![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Marilyns de João Falcão agora baixam no palco do Valdemar POR JANAÍNA LIMA O mito Marilyn Monroe visto a partir da paixão de duas irmãs, fãs da atriz americana. Este é o tema da peça Marilyn, Marilyn que retoma a temporada hoje à noite. Depois de dois meses de apresentações no Bar Calypso, o espetáculo ocupa agora o palco do Teatro Valdemar de Oliveira. A troca de espaços foi devido ao aumento de shows no bar, gerado pela proximidade das festas natalinas. Desde o início, sabíamos que a temporada no Calypso seria curta e que teríamos que ir para um teatro convencional. Por isso, Guilherme (Coelho, diretor) concebeu a peça já com a possibilidade de algumas adaptações necessárias para um palco italiano, explica Magadale Alves, uma das Marilyns da montagem. Em cena, ela se reveza no papel da diva hollywoodiana com a atriz Gheuza Sena. Trabalhando juntas pela primeira vez, elas comemoram a possibilidade de montar um texto inédito de João Falcão. Já conhecia este texto há algum tempo, pois o João começou a escrevê-lo há alguns anos. Quando decidi voltar a atuar no Recife, pedi que ele concluísse a peça e procurei uma atriz local para dividir o papel comigo, conta Magdale. Quem assistiu à primeira versão de Marilyn, Marilyn vai notar algumas mudanças no novo formato. Os irmãos gêmeos que auxiliavam as atrizes nos números de dança saíram do elenco e a iluminação sofreu alterações. Acho que a peça amadureceu. Estamos fazendo mais teatro. Permanecem os números de dança, os figurinos, mas sem aquele caráter de show, que caía bem por ser apresentada num bar, explica Magadale. O teor cômico do texto também foi mantido. As gargalhadas geradas com a troca de personalidade das três Marilyns (a verdadeira, a morena e a branca escrachada) são garantidas. |
|