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Praça conserva a beleza de outros tempos De todas as praças que passam pela arborizada Casa Forte, a que leva o nome do bairro é, com certeza, a mais bem planejada da região. Localizada em um ponto estratégico da área (beirando a Av. 17 de Agosto e em frente à igreja matriz), a Praça de Casa Forte é também um foco de tranqüilidade: carro da PM sempre fazendo ronda por perto, sorveteria, soparia e um café em frente à praça. Nada mais família do que essa combinação. Dessas atrações, há de se convir que foi justamente a última que deu ar novo à vida noturna da região: o Café Burle Marx. Inaugurado este ano com a singela e, por incrível que pareça, ainda inédita proposta de se montar um espaço para beber um bom café, comer um boa torta e se entreter em conversas, boas ou não, num ambiente à parte do barulho e próximo da calma (naquela realidade paralela em que Casa Forte vive). Ainda no clima intimista, o vizinho bairro de Parnamirim oferece em seu shopping homônimo o piano bar Pedra de Toque. Com apresentações ao vivo toda quinta, sexta e sábado de Orlando Lins, Marcos Araújo e Gheová da Gaita, o local é a confraria dos bebedores de uísque da região. No mesmo embalo etílico, mudando porém de sabor, o vinho pode ser servido agora na mais nova creperia da cidade (e, ao lado do Bistrô Rodin, a segunda creperia de Casa Forte), a Montmartre. Quando voltou da França, onde passou os últimos dez anos, a proprietária da creperia confessa que pensou logo em abrir um restaurante ou bar em Casa Forte. Quando fui no Sebrae, chegaram a me desaconselhar a abrir um estabelecimento nesta região, mas eu insisti, lembra Cecília Montenegro, que divide a tutela dos crepes e saladas com o marido, o francês Patrick Lemarié. |
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