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PONTAS DE PEDRA/ RECIFE Vela encerra temporada
As pranchas a vela levam vantagem na competição, mas não dá para descartar completamente os hobbie cat 16, que são os maiores vencedores da prova, ou a possível vitória de um barco oceânico
Não existe favoritismo na Regata Pontas de Pedra/Recife, que encerra a temporada da vela pernambucana, hoje, a partir das 10h. O máximo que pode se dizer é que as pranchas a vela levam vantagem. Um barco que pode surprender é o tornado de Guilherme Araújo e Ted Monteiro. Também não dá para descartar completamente os hobbie cat 16, que são os maiores vencedores da prova, ou a possível vitória de um oceânico, como o Adrenalina Pura, barco baiano que venceu a Recife/Fernando de Noronha, mas que ainda não confirmou presença.
Primeiro a vencer a prova com uma prancha a vela, Marcelo Lacerda, 51 anos, conta que a regata é imprevisível. “O primeiro desafio é chegar. Uma boa colocação na categoria já é um prêmio e a fita azul (primeira colocação geral) é o máximo”. Outro windsurfista que está entre os favoritos é Eliseu Vieira. No ano passado, ele venceu a regata com o tempo de 1h48, que é recorde para o percurso de quase 70 quilômetros. Márcio Gondin e Yuri Tagutti também têm chances.
A dupla Guilherme Araújo e Ted Monteiro está apostando no Exproper Embalagens. Um barco adaptado para uma nova categoria, a tornado sport. “Em relação ao antigo tornado, ganhou uma terceira vela (balão) e mais um trapézio – aquele aparelho que possibilita o velejador ficar com o corpo para fora do barco”, explica Guilherme.
Ted esclarece que para conseguir a fita azul é preciso um pouco de sorte, já que os ventos serão decisivos.
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