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Prisão legal Uma das piores coisas que pode acontecer na vida de uma pessoa é ser parente ou amigo de bandido. Principalmente, quando a polícia consegue fazer valer a teoria que diz que o crime não compensa. Nessa situação, parentes, aderentes e amigos do criminoso, muita vezes, também terminam pagando o pato. No caso do seqüestro do empresário Gustavo Schwambach, a equipe do Grupo de Operações Especiais (GOE) prendeu Cristina Alcântara, esposa do líder do grupo, Miguel Alves da Silva Neto, e a irmã dele, Maria José Alves. Capturou o motorista de lotação Nicácio Herculino de Melo Filho e o marchante Adilson José da Silva. E também colocou no xadrez o cabo da Polícia Militar Renivaldo Oliveira, irmão do soldado Ronaldo Silva de Oliveira (esse último é apontado como o segundo homem no seqüestro). Renivaldo, Nicácio e Adilson já estão soltos. As mulheres serão as próximas. Todos estavam presos temporariamente. Com exceção de Renivaldo e Adilson, os outros foram apresentados ao público, na entrevista-espetáculo promovida pelo GOE, em dezembro. Todos menos Renivaldo responderão a inquérito (por receptação de dinheiro, ou co-participação). O cabo da PM passou pelo constrangimento da prisão, sem que o GOE tivesse uma única prova contra ele. No entanto, o delegado Aníbal Moura justifica a necessidade da prisão temporária. Pois com o mandado, expedido pela Justiça, a polícia detém suspeitos e faz a investigação de forma legal. Porém, todo o mundo sabe que, na maioria das vezes, a ordem das coisas é invertida: a polícia prende, ilegalmente, e só procura a Justiça depois. Esgoto no paraíso A tranqüilidade que reinava em Paraíso é coisa do passado. Nos finais de semana, a praia passou a ser uma das mais disputadas do Cabo de Santo Agostinho. E já tem todas as mazelas de outras praias: um enorme cano jorrando esgoto, por exemplo, é assustador. Sem solução 1 A UFPE reconhece que não tem como solucionar o problema dos flanelinhas, denunciado pelo professor Lucivânio Jatobá, mas garante que tem tomado providências para garantir a segurança no campus. Segundo a instituição, além dos vigilantes do quadro da universidade, a Polícia Militar também faz rondas na área. Sem solução 2 Para a UFPE, a presença dos flanelinhas é favorecida pela localização da universidade, cercada por comunidades carentes. Mas a coordenação da segurança garante que, dificilmente, são registradas depredações de carros, na área do CFCH. O professor Lucivânio Jatobá, uma das vítimas dos guardadores, contesta e reitera a denúncia. Alunos ainda têm chance de se matricular A Secretaria de Educação do Estado ampliou o prazo de inscrição para matrículas de alunos novatos. Quem tiver interesse deve ligar para o telefone 1664. Segundo a secretaria, a procura é grande. Focca encerra inscrições nesta sexta As inscrições para o Vestibular 2000 da Faculdade Olindense de Ciências Contábeis e Administrativas (Focca) terminam nesta sexta-feira (14). São 225 vagas para o curso de administração e 100 para ciências contábeis. Pela metade Os ratos estão invadindo as casas da Rua Santos Moreira, no Cordeiro. Tudo porque, segundo moradores, a Prefeitura do Recife não concluiu as obras de um canal que passa pela área. Os trabalhos pararam na Rua Delino Frutuoso. Maria da Conceição Freitas diz que o mau cheiro é insuportável, e as crianças, coitadas, só vivem doentes. E o da cerveja? A falta de álcool no sangue está perturbando o juízo de alguns patrulheiros da PRF. No último fim de semana, uma blitz na entrada de Gravatá parou um carro, porque esse ultrapassou a velocidade permitida. Mas tudo foi resolvido à brasileira. Os policiais pediram R$ 10,00 para uma cervejinha. E o motorista preferiu pagar, a ser multado. Problema Eduardo Fernando Jr. comprou um Tempra financiado pelo Banco Mercantil de São Paulo (Finasa). Na época, a instituição cobrou-lhe uma taxa para passar o veículo para seu nome. No entanto, quatro meses depois de quitado, o carro continua em nome do antigo dono. Para resolver, Eduardo vai ter que gastar dinheiro com um despachante. Mobilização A Associação de Moradores e empresários da Rua José da Silva Lucena, na Imbiribeira, querem a construção de um elevado sobre a nova linha do metrô daquela área. A idéia da comunidade é facilitar o escoamento de veículos entre essa via, hoje pouco utilizada, e a Avenida Mascarenhas de Moraes. email: claudia@jc.com.br |
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