
AUTOMOBILISMO
Rali
retorna à dureza dos sertões pela oitava vez SÃO PAULO
Pedras, buracos e mata-burros; platôs, planícies e
vales; árvores, arbustos e cactus; carros, motos e
caminhões, além de uma infinita poeira: vai começar
mais um Rali dos Sertões. Pelo oitavo ano consecutivo,
os principais pilotos do Brasil, além de alguns
estrangeiros, vão cruzar o País de Sul a Norte,
deixando o concreto de São Paulo rumo às dunas de
Fortaleza, passando pelos mais diversos terrenos e
paisagens. Estão no roteiro as seguintes cidades:
Alfenas/MG, Pirapora/MG, Cabeceira da Mata/MG, Alto
Paraíso de Goiás/GO, Gurupi/TO, Palmas/TO, Alto
Parnaíba/MA, Floriano/PI e Quixadá/CE.
Às 20h30 de hoje, será
realizada a largada promocional, na Praça Charles
Miller, em frente ao estádio do Pacaembu. Em seguida, os
competidores partem para Jacutinga, ainda no estado de
São Paulo, onde terá início a primeira especial
trecho cronometrado , de apenas 40 quilômetros,
até Alfenas, já em Minas Gerais.
A primeira e a última
etapa terão as especias mais curtas, ambas com 40
quilômetros. Mas os pilotos terão mais trabalho,
especialmente no trecho entre Palmas/TO e Alto
Parnaíba/MA: é a sétima etapa, com 590 quilômetros,
dos quais 500 são cronometrados. A mais longa é a
segunda, entre Alfenas e Pirapora, em Minas: 800
quilômetros, dos quais só 117 cronometrados. No total,
são 5.359 quilômetros, sendo 1.776 de especiais, até a
linha de chegada, dia 23.
A oitava edição do rali
tem recorde de inscritos: 92 carros, 74 motos e dois
caminhões. Não é possível dizer que todos esses
veículos estarão efetivamente na disputa, pois até a
última hora ocorrem desistências.
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