![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
HOMENAGEM III Policiais vão dizer que morte de seqüestrador Sandro foi acidental RIO Com base no primeiro depoimento do capitão Ricardo de Souza, do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, a polícia civil acredita que os policiais militares acusados de matar por asfixia o seqüestrador Sandro do Nascimento, na segunda-feira, sustentarão hoje a versão de morte acidental. O capitão, chefe da equipe que levou o criminoso no carro do Bope, afirma que Nascimento estava transtornado e precisou ser imobilizado. O capitão Souza e os soldados Luiz Antônio Silva, Márcio de Araújo David, Paulo Roberto Alves e Flávio Dias, que estão presos no quartel do Bope, serão ouvidos hoje pela manhã pela promotora Luciana Silveira, da 1ª Central de Inquéritos do Ministério Público do Estado, e pela delegada Marta Rocha, titular da 15ª Delegacia de Polícia, na Gávea. A delegada é responsável pelo inquérito que apura o seqüestros. Os policiais podem ser indiciados por homicídio doloso. A delegada foi ontem à tarde ao Instituto Médico Legal (IML) buscar os laudos médicos dos corpos de Nascimento e da professora Geísa, morta em decorrência da desastrada operação policial. Ao todo, 22 pessoas prestaram depoimento até ontem. O Ministério Público também vai ouvir os médicos do Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio, para onde o seqüestrador foi levado. A intenção é apurar se os policiais teriam tentado pressionar os médicos para encobrir a morte de Nascimento. A direção do hospital negou o fato, informando que não recebeu denúncias sobre a suposta tentativa de intimidação. |
|