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Instituto leva assistência a 8 favelas

Imunização, uso da terapia de reidratação oral, diagnóstico das infecções respiratórias, incentivo ao aleitamento materno e monitoramento do crescimento e desenvolvimento da criança. Essas são as cinco ações promovidas pelo Programa de Extensão Comunitária, implantado em 1983 pelo Imip em algumas favelas do Grande Recife, com apoio do Unicef. A idéia é evitar que pacientes cheguem ao hospital com doenças que podem ser prevenidas, como a diarréia.

“O programa tem a vantagem de diminuir a mortalidade infantil e de fazer com que a pessoa não precise mais se deslocar sempre de sua comunidade para o hospital”, garante Tereza Cristina Bezerra, coordenadora da Extensão Comunitária. O atendimento abrange oito favelas do Grande Recife, onde funciona um ambulatório para realização de consultas e vacinação.

“Caso haja um problema maior, a pessoa é encaminhada para o Imip”, esclarece Tereza. Segundo ela, 93% das pessoas que vão aos ambulatórios resolvem seus problemas por lá mesmo. Devido ao sucesso do projeto, o Imip foi escolhido pelo Ministério da Saúde para adaptar o manual dos agentes de saúde de todo o País, que deve ser distribuído até o fim deste ano.

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Jornal do Commercio
Recife - 13.06.2000
Terça-feira