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AVIAÇÃO
Transbrasil atenderá em novas lojas

Mudança. Esta é a regra básica nos corredores da companhia aérea Transbrasil. No Recife, elas começam já na próxima segunda-feira com a desativação da tradicional loja da companha que há anos funcionava no final da Av. Conde da Boa Vista. “A idéia é modernizar e levar a loja para mais próximo dos usuários”, comenta Adilson Paradella, gerente geral da Transbrasil no Recife.

Para os atuais e futuros clientes, a administração vai se concentrar no terminal de cargas do aeroporto. A venda de bilhetes acontecerá na loja do aeroporto dos Guararapes e no quiosque que a empresa irá instalar no Shopping Center Recife, em aproximadamente dois meses.

Por enquanto, apenas Recife e São Paulo (no Shopping Center Iguatemi) possuem este tipo de loja, mas o sistema se estenderá por todo o País.

Nelas, o cliente vai poder realizar todas as operações de praxe: compra de passagens, check-in antecipado, reservas e demais informações de vôos e preços. “O melhor é que os horários de atendimento se ampliarão. “O quiosque do shopping atenderá aos sábados, domingos e alguns feriados até às 22h”, antecipa Paradella.

FUTURO – O próximo passo é abrir outro ponto de atendimento em Boa Viagem, e, mais para frente, em Jaboatão dos Guararapes e Olinda, mas estas em sistema de parceria, uma espécie de terceirização dos serviços.

“Isso faz parte das mudanças da empresa para atualizar-se com o mercado”, comenta Adilson Paradella. Ele explica que a proposta é chegar com mais clareza ao objetivo final: o atendimento ao público.

“Noventa porcento das vendas de passagens são feitas pelas agências de viagens, além disso, o cliente tem o telefone toll frre (gratuito) em que ele pode fazer suas próprias reservas. A proposta agora é aproximar a Transbrasil do público, que conhece a qualidade de seus serviços, mas não conhece o funcionário que o atende”, justifica.

Além de implementar um novo conceito à imagem da companhia, a base de Recife vai sinalizar com 50% na redução geral de custos da empresa. “Adaptar-se ao mercado e alcançar um orçamento mais enxuto é um dos desafios das empresas modernas”, comenta Paradella.

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Jornal do Commercio
Recife - 15.06.2000
Quinta-feira