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Antarctica se une à Brahma, mas continua tudo como antes na sede do consumidor Finalmente o consumidor já pode tomar umas brahminhas da Antarctica como profetizou o antigo e folclórico presidente do Corinthians, Vicente Matheus, em um discurso de agradecimento pelo fornecimento da cerveja em uma festa do clube paulista. O acontecimento Ambev, que foi a fusão da Antarctica com a Brahma, no entanto, não alterou a pedida do entrevistado do JC Recall, que pelo terceiro ano seguido apontou com folga a Antarctica como a cerveja referência no mercado pernambucano. Coadjuvante e protagonista de tantas histórias, a Antarctica criou uma relação afetiva com o consumidor local, que não abre mão de deixar claro sua preferência entre as louras. Os primeiros vínculos foram criados em 1888, com a vinda de mestres cervejeiros europeus, contratados para trazer sua arte no manuseio do produto e conquistar o País. Da primeira fábrica, em Água Branca, São Paulo, até hoje, muita coisa mudou na estrutura da empresa, mas para quem senta no bar e pede uma cervejinha a história é sempre a mesma, repleta de alegria e boas conversas. Hoje, o principal produto Antarctica no mercado é a Pilsen, com aroma, sabor e amargor suaves, composta basicamente por 91% de água, sendo o restante formado por extrato de malte e lúpulo. Mas, para o consumidor padrão, o importante mesmo é que ela esteja bem geladinha e o papo seja bom. Um brinde a isso. |
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