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COMPORTAMENTO II No Recife, escolas orientam crianças Enquanto as opiniões dos psicológos infantis divergem, os educadores são unânimes: para eles, espadas coloridas, revólveres de plástico e demais armamentos lúdicos são extremamente prejudiciais na formação da criançada. Por isso, nas escolas, os alunos são conscientizados a não usar brinquedos violentos. Em Recife, na maioria dos estabelecimentos de ensino, são realizadas campanhas para evitar que esses tipos de brinquedos sejam levados para a sala de aula. Na Escola Encontro, por exemplo, pediu-se que as crianças levassem as pistolas e as espadas que tinham em casa para serem destruídos em uma grande fogueira. O sentido do ato era mostrar que aqueles objetos só traziam perigo e violência, explica a diretora Conceição Domingues. Os alunos da Escola Recanto também tiveram um momento semelhante, quando quebraram e destruíram seus brinquedos violentos. O tema da paz na escola é constante, faz parte do nosso currículo e da nossa postura, declara Zelma Farias, diretora pedagógica do estabelecimento. O Instituto Helena Lubienska não faz muito diferente. Lá, não se permite que as crianças levem esses briquedos. Quando elas insiStem e resolvem trazer, a gente guarda e só devolve na saída, além de também conversar com os pais, revela a coordenadora de educação infantil Nélida Samico. Os fabricantes de brinquedos, por outro lado, discordam da postura adotada pelas escolas. Synésio Batista, da Abrinq, desafia qualquer educador a provar que esses brinquedos são prejudiciais à criança. Synésio Batista afirma que mais perigosos que as armas e espadas de plásticos são os brinquedos sem o selo do Inmetro, como os contrabandeados, assegura. |
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