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O aumento do petróleo não está em discussão, no momento, mas ninguém pode dar garantias de que ele não será necessário
Reza para baixar juros No dia consagrado a Santa Edwirges, padroeira dos envididados, os clientes rezam forte pelo milagre maior da queda nas taxas de juros, que não ajudam a quem está no purgatório do crediário e da prestação. Está difícil. Tem financeira cobrando taxa de 11% ao mês, que, no final de um ano, quer dizer 250%. Daquelas que está enchendo o Centro do Recife de novas lojas com gente pela rua oferecendo crédito rápido e sem burocracia. Já se conta quase uma dezena dessas empresas fazendo com que a área ganhe ares de centro financeiro. Taxa por taxa, até que quem está comprando fiado para dar uma geral na casa não está pagando tanto assim. São 4% ao mês que batem nos 60%, ao ano. Quem chega nos 5%, já sabe que a taxa do ano é 80% Ou quase o dobro do valor do produto. Mas é daí? O problema é quando o sujeito vai pedir dinheiro mesmo. Cheque especial ainda crava mais de 9% ao mês, ou 200% no ano. Quem consegue uma taxa melhor algo como 8% sabe que vai pagar 150%. Não é fácil de sair da roda viva do dinheiro ao alcance do talão de cheque. Ou do cartão magnético. O problema não é para quem está comprando no comércio. Neste caso, a lógica da operação financeira é positiva. O cliente está comprando um bem, realizando um sonho de consumo. Está, portanto, aumentando o patrimônio pessoal. Tem uma satisfação de consumo. O que vai ao banco pegar dinheiro para tentar zerar as contas, ou concentrar tudo num único credor, é diferente. Ele está fechando uma operação de crédito que não lhe dará nenhum prazer. No fundo, vai lhe tirar do mercado pelo mesmo período em que estiver pagando as prestações. É por isso que a idéia da queda nas taxa de juros anima, mas ainda não se materializou num maior volume de vendas. Todo mundo acha que vai acontecer. Que vai fazer do final deste o melhor dos últimos anos, Porque, verdade seja dita, o grosso do dinheiro que os bancos emprestam (inclusive financiamento de carro novo) ainda é empréstimo pessoal e não de crédito direto ao consumidor. Por isso, haja reza para nossa querida Santa Edwirges. Mercado de seguros Apostando num mercado, que estima em 17 milhões de consumidores e que utiliza por não ter filhos toda a renda na compra de bens e serviços para si próprios, a Padrão Corretora de Seguros, empresa de São Paulo que atua no mercado há dez anos, anunciou que vai operar, em janeiro de 2001, o primeiro portal feito exclusivamente para gays. A idéia é vender para eles, via <CF21>Web</CF>, toda linha de seguros disponíveis no Brasil. É de brincadeira O FBI, a Polícia Federal americana, está percorrendo escolas de ensino médio dos Estados Unidos para divulgar sua nova campanha anti-hacking. O objetivo é alertar pais e professores de adolescentes sobre os perigos da atividade. Pesquisa do Governo revelou que 48% dos alunos de ensino médio não consideram a atividade como ilegal. Bico calado Empresa privada desde fevereiro, a Celpe prefere o silêncio obsequioso em relação à polêmica da saída de Pernambuco do horário de verão. A companhia prefere não se pronunciar, embora já saiba que em relação ao segmento residencial há um discreto aumento de consumo das pessoas quem têm que trabalhar antes das 6h. Réveillon em hotel novo Para quem está a fim de pegar a estrada e começar o milênio nas areias do novo Hotel Summerville de Muro Alto. O pacote de sete dias em apartamento duplo standard, com jantar incluso, e acesso à festa do Réveillon custa R$ 4.165 mais taxas. Porto Fundo Qual é o maior rival de Suape para ser um concentrador de cargas? Santos? Pode ser. Mas o principal porto da América Latina está com um sério problema desassoreamento que fez sua profundidade cair para apenas oito metros quando seriam necessários pelo menos 12. Como Suape tem 15 metros, ganha um argumento fortíssimo para disputar cargas de supernavios internacionais deixando para os demais a redistribuição via cabotagem. Corretores Terminou ontem, em João Pessoa, o 5º Encontro Nacional de Sindicatos de Corretores de Imóveis, promovido pela Fenaci, em parceria com o Sindicato dos Corretores de Imóveis da Paraíba, que, pela primeira vez, reuniu representantes dos sindicatos do País. O mote da conversa foi a decisão judicial que limita a prestação mensal do mutuário do SFH em 1% do valor do imóvel. Além da mudança na lei que regulamenta a educação profissional de nível técnico no Brasil. Atendendo a pedidos: hoje tem o encerramento da tradicional Festa de Santa Edwirges com procissão da imagem, pelas ruas do bairro do Prado. Santa Edwirges é a protetora dos endividados, além de ser padroeira da Polônia. Muita gente que se deu mal nas eleições vai lá pedir uma força. Amanhã tem eleição. O jornal de economia Gazeta Mercantil vai encartar na edição desta segunda-feira cédulas de votação dos seus assinantes para o Fórum dos Líderes Empresariais Estaduais que vão compor o Fórum de Líderes Empresariais. Serão eleitos cinco empresários de cada Estado. Confirmada a realização, durante a Exposição de Animais desse ano, da Expocar, um salão aberto ao público para lançamento dos modelos 2001 de várias fábricas de automóveis. Amanhã, dia do comerciário, a categoria não trabalha. Para quem sabe, esta vem a ser uma conquista sancionada pelo então governador Gustavo Krause quando substituiu a Roberto Magalhães. O Grupo Pontes escolheu a empresa Clínica Santa Helena para atender a seus funcionários distribuídos nos hotéis Mar, Atlante Plaza e Summerville. E-mail: castilho@jc.com.br |
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