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LOCAÇÃO DE CARROS Veja como evitar atropelos nas estradas estrangeiras por Luiza Barros Cansado das crateras imensuráveis das estradas brasileiras? Então se imagine dirigindo em verdadeiros tapetes de asfalto, que muitas vezes têm até seis faixas em uma mesma direção. Acrescido a isso, considere as vantagens de poder visitar as pequeninas e lindas cidades do interior da Europa, normalmente ausentes nos roteiros tradicionais estabelecidos pelas excursões das agências de viagem. Já no Canadá e Estados Unidos, leve em conta a praticidade de deslocamento de grandes distâncias, comuns entre uma metrópole e outra. Essas, entre outras, são algumas da vantagens encontradas pelos viajantes que optam por alugar carro no exterior. Para isso, no entanto, não é necessário enfrentar uma burocracia interminável, já que a documentação necessária para guiar em terra estrangeira é a menor possível. Há também quem ache dirigir em um território que não é o seu, com regras viárias específicas, uma aventura para os mais atrevidos. Ledo engano. Com exceção da Inglaterra, que tem a famigerada mão inglesa, nos demais países o motorista brasileiro não encontrará grandes problemas. Tanto é que a maioria das locadoras não exige outro documento senão a carteira de habilitação nacional, desde que o habilitado em questão esteja acima dos 21 anos. De acordo com algumas legislações, também é cobrada uma taxa extra para quem estiver abaixo dos 25 anos, levando em conta a imprudência e, muitas vezes, negligência características dos mais jovens. Os seguros trabalham baseados em estatísticas. Já foi provado: quanto mais novo, maior o risco de sinistro, explica Rodolfo Manieri, diretor da Look Voyage, representada em Recife pela Travel Consult. Especificidades à parte, em uma coisa todas as locadoras concordam: o cartão de crédito é fundamental. Sem ele, nada feito. Nem insista. No mais, algumas dicas são importantes, é sempre bom estar alerta a elas. A maneira certa de abastecer, as vantagens do leasing e as regras locais de trânsito são algumas dicas importantes. Mas, sem dúvida, um dos maiores entraves é mesmo o seguro. Em países onde a menor escorregadela pode levar você a trazer para casa uns daqueles processos judiciais nas costas, é melhor não se arriscar, prevenindo-se contra eventuais imprevistos. Claro, ninguém deseja que sua viagem há tanto sonhada seja interrompida por uma colisão, roubo nem tampouco incêndio, mas nunca se sabe. Por isso, cuidado com as promoções atraentes, que oferecem preços insignificantes nas diárias. Certamente, na tarifa não está incluído seguro, nem também qualquer taxa governamental. SUSTO O professor universitário João Cabral, 53, é um bom exemplo de como o seguro é importante para tranqüilidade de seu passeio. Quando viaja ao exterior, ele geralmente aluga um carro e nunca, nunca mesmo, abre mão de fazer um seguro. Tanta precaução pode ser explicada. Em 95, quando estava em Miami com a família, o consultor foi vítima de um assalto. Perdido pelas confusas highways e exits da cidade americana, Cabral acabou se distanciando muito do centro da metrópole e foi parar naqueles pobres bairros periféricos. Resultado: enquanto estava parado em um sinal, quebraram o vidro e arrancaram a bolsa do colo da sua esposa. Passado o susto, o episódio não tardou a se resolver. Em apenas uma hora João trocou de veículo por um de marca e modelo semelhante e pegou a estrada novamente, rumo a Orlando. Se não contasse com seguro, talvez tivesse que voltar para casa alguns dias antes do previsto, tanto por causa dos inconvenientes burocráticos como pelo alto custo de reparo do sinistro, comenta. Mas é preciso ter cuidado, de acordo com ele, às vezes os vendedores tentam empurrar um seguro abrangente demais (e por isso bastante despendioso), extirpando o que é de fato necessário. Afinal, é no balcão que eles faturam boa parte de suas comissões. Eles chegam a oferecer seguro contra terceiros que cobre até US$ 1 milhão, quando um de US$ 100 mil já é suficiente, adverte. Para evitar esses tipos de transtornos, o ideal é sair do País com o máximo de tarifas pagas. Assim, o cliente não corre o risco de ficar confuso, quando, prestes a pegar as chaves no balcão da locadora, fica sem saber ao certo o que realmente deve pagar, entre taxas governamentais e variados tipos de seguro. Foi com a intenção de amenizar contratempos do gênero que a Mobility On Line foi concebida. No plano da empresa, que no Brasil representa Hertz, Avis, Alamo, Europcar e Sixt, entre outras, já estão incluídas taxas locais e seguro contra incêndio, colisão e terceiros. Outro serviço eficiente oferecido pelo grupo está disponibilizado no site na Web. Nele, a partir da escolha do país de destino e de todas as especificações do veículo, são apresentadas as opções que mais se aproximam a seus interesses. Rápido, fácil e bastante prático. Serviço |
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