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SAÚDE II Vigilantes depõem sobre arrombamento Os três vigilantes que faziam a segurança do prédio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) na madrugada da última sexta-feira, quando houve o arrombamento de sete salas do prédio, prestaram depoimento ontem, mas, segundo avaliação do delegado Valdir Macedo, que apura o caso, pouco acrescentaram às investigações. Alexandre Carlos Albuquerque, um dos vigias, contou que por volta das 23h30 de quinta-feira foram observadas luzes acesas na sala. Mas isso não caracteriza que o arrombamento tenha ocorrido nesse horário, uma vez que é comum funcionários esquecerem de apagar as lâmpadas antes de saírem. Alexandre contou também que o mesmo setor foi arrombado há cerca de seis anos. Além dele, prestaram depoimento Lauro Miranda e Aírton Guedes. Todos os três são da empresa Guardiões Vigilância. Hoje, funcionários da SES deverão ser ouvidos. Fátima Rebelo, diretora do setor, informa que a memória dos computadores, onde estão as informações mais importantes, não foi danificada. ALARME - O setor que foi arrombado, onde são processadas as contas de unidades conveniadas ao Sistema Único de Saúde, recebeu sensores magnéticos que detectam a presença de pessoas e dão sinal de alarme. Além disso, a caixa de ar-condicionado, por onde os arrombadores entraram, recebeu uma grade de proteção. O sistema de segurança eletrônica já vinha sendo instalado há 15 dias na sede da secretaria, na Boa Vista. Abelardo Tenório, gerente da Divisão Operacional da Gardiões Vigilância, explica que o serviço é um dos mais modernos, equivalente ao usado em bancos, indústrias e condomínios residenciais. Sua implantação custa 30 mil dólares. Além do prédio da SES, que está recebendo 225 sensores, o sistema irá cobrir o almoxarifado e a farmácia central, localizados na Avenida Norte. |
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