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NEGÓCIOS HP vai trabalhar com o conceito de e-service Depois do e-mail, do e-commerce e do e-business, um novo conceito dos tempos eletrônicos começa a ser trabalhado pela Hewlett-Packard: é o e-service, que foi apresentado pelo presidente da companhia no Brasil, Carlos Ribeiro, na visita que fez ao Recife, semana passada. Tudo o que pode ser feito pela Internet acaba se transformando em serviço. Ao invés dos modelos que temos hoje, o conceito de e-service vai fazer a Rede trabalhar em favor do usuário, poupando-lhe tempo, explicou. Na opinião de Ribeiro, esses próximos dois anos serão decisivos para o desenvolvimento da Internet no Brasil e para a consolidação desses novos serviços. Possivelmente, o serviços estarão funcionando de modo semelhante à energia elétrica como conhecemos hoje: você só paga o que utiliza, imagina. A visita de Carlos Ribeiro também serviu como meio para estreitar as relações entre a HP e seus revendedores na região, o grupo Bompreço e a Nagem Informática. É um modo de ampliar ainda mais nossa participação no varejo, diz Ribeiro. Na região Nordeste, o setor responde por 15% do faturamento global da HP, prometendo crescimento desse percentual para o ano de 2000. O pólo local de informática está entre os possíveis interesses da empresa, mas ainda não há, especificamente, nada em análise. De acordo com a proposta da nova Lei de Informática, ainda em tramitação no Senado, parte dos investimentos das empresas deve ser dirigida às regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, afirma o presidente da HP. Somente no ano passado, US$ 100 milhões foram aplicados no Brasil. PRESENÇA Os produtos da Hewlett-Packard são comercializados em 10% de todos os pontos de venda do mundo, o que transforma a empresa num dos maiores nomes de tecnologia com forte presença no mercado de varejo. Em 1999, o faturamento da HP no Brasil ultrapassou R$ 1,2 bilhão. Para este ano, a empresa estima um crescimento de 20%. |
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