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CIRCUITO DOS MUSICAIS V Ingressos para quase tudo podem ser adquiridos ainda no Brasil Os turistas brasileiros não precisam mais perder horas e horas em exaustivas filas na Broadway para conseguir ingresso para o espetáculo desejado. Desde o início do ano, a empresa inglesa Keith Prowse, pioneira na venda de tíquetes antecipados, montou escritório no Brasil, com sede em São Paulo. Além dos musicais novaiorquinos, a empresa oferece bilhetes para peças, espetáculos, parques temáticos, eventos esportivos e megashows em todo o mundo. Com a vantagem de pagar o mesmo preço da bilheteria, sem acréscimos ou taxas, a Keith Prowse é especialista em conseguir ingressos disputados e guarda no seu currículo a incrível façanha de nunca ter tido um ingresso devolvido. Detalhe: a empresa possui nada menos que 220 anos de tradição. Ao todo, são 23 escritórios espalhados em mais de 19 países do globo. O atendimento ao consumidor brasileiro pode ser feito diretamente pelo telefone ou através de agências de turismo, com vendas comissionadas. A pessoa sai do Brasil com um voucher e só precisa trocá-lo na bilheteria por um envelope com seu nome, onde estarão os ingressos, diz José Ricardo Perterle, sócio brasileiro da Keith Prowse. Para isso, é necessário chegar ao local com uma hora de antecedência. Em seu catálogo anual de 50 páginas, que já está sendo distribuído para as agências, a empresa oferece atrações em Viena, Amsterdã, Nova York, Londres, Las Vegas e Flórida, entre outros lugares. Na Itália, por exemplo, a Keith Prowse oferece ingressos para o Festival de Ópera de Verona, que acontece entre julho e agosto, em plena alta temporada de férias européias. Ela também reserva antecipadamente lugares para assistir aos jogos da Liga Internacional de Basquete (NBA) ou aos eventos disputadíssimos de Fórmula 1. Entre as propostas de eventos diferenciados, uma dica para o mês de abril é a esperada exposição A Glória da Idade de Ouro, no Rijks Museum, em Amsterdã, com obras de Rembrandt. Apesar de só vender ingressos do exterior para o Brasil, o representante da empresa José Ricardo, estuda a possibilidade futura de começar, também, a vender eventos brasileiros para o exterior. (J.M.) Serviço: |
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