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GAME MDK2 cativa com muito humor e um bom enredo por Gustavo Belarmino MDK2 é uma combinação quase perfeita de três elementos essenciais em jogos de ação: tiro infinito, estratégia e gráficos alucinantes. Não bastasse tudo isso, o game ainda traz doses de humor com suas personagens para lá de esquisitas e um enredo (sim, ele existe!) cativante. A primeira versão de MDK, produzida em 1996 pela Shiny, conquistou uma legião de fãs e ditou as regras em jogos para PC na época. A empresa BioWare, a nova desenvolvedora, pegou as rédeas do jogo e potencializou suas características, apresentando ao mercado um título ainda mais viciante. Distribuído no Brasil pela Byte & Brothers, o lançamento é garantia de horas a fio em frente ao micro. Uma das novidades de MDK2 é que as personagens, antes coadjuvantes, tornam-se, em doses homeopáticas, tão importantes quanto o cabeçudo Kurt Hectic, protagonista do game. Em fases avançadas, é possível jogar com o doutor maluco Fluke Hawkins, inventor da roupa fashion de Kurt (a Coil Suit), e com o cachorro Max, com nada menos que seis patas, quatro delas extremamente armadas. O herói da trama continua com quase todos os controles iguais ao original, mas com movimentos de mouse para girar, atirar e usar o pára-quedas. Os comandos são assimilados rapidamente. As demais personagens possuem uma série de controles individuais. Depois de um vídeo em que os três conversam (em inglês), Kurt sai em direção à Terra invadida pelos alienígenas Streamriding. Em um cenário futurista e cheio de plataformas de vidro e ferro, iluminação neon e sombras, a ação começa, sem muita conversa. É usar o modo sniper permite atirar em inimigos posicionados a longa distância ou a chain gun, a arma acoplada na mão, para destruir tudo pelo caminho. Os estilhaços das balas de Kurt e as bolhas de sabão letais atiradas pelos alienígenas dão uma idéia do realismo empregado. No meio do caminho, o jogador vai poder coletar vários itens para recuperar energia ou guardar no inventário com a intenção de usá-los mais tarde. São mísseis teleguiados, morteiros, granadas e até um ridículo boneco inflável, que serve para confundir os espertos aliens. O objetivo do jogo é convencer ao mundo que o dr. Hawkins (exilado em uma nave) não é tão maluco quanto parece e que Kurt, funcionário pacato do gênio, é o ser mais indicado a usar aquela roupa ligada e um pára-quedas não convencional (de tiras elásticas) para se tornar um verdadeiro herói, salvar o universo e, assim, conquistar o título de primeiro porteiro do espaço. A chance chega quando a Terra é invadida por alienígenas e a tornam uma verdadeira boate espacial. Isso porque, aliado às mil luzes, o som de fundo do jogo é um bate-estaca típico. O barulho dos inimigos é também muito bem elaborado, causando, por vezes, boas risadas. O jogo é todo construído em terceira dimensão, com imagens nítidas e bastante elaboradas. Por isso, requer uma configuração um pouco mais robusta de micro. Uma boa placa de aceleração 3D, no padrão Voodoo é requerida, além de, pelo menos, 500 MB de espaço de disco livre e um processador Pentium II. PROMOÇÃO Você pode levar para casa o jogo MDK2. Para concorrer, basta enviar um e-mail com nome completo, idade, endereço e telefone para o JC OnLine dizendo qual o navegador você usa para acessar a Internet. O sorteio acontece na segunda (21) e o contemplado terá seu nome divulgado no Caderno de Informática e no site do JC. SERVIÇO |
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