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MAIS SURPRESAS O Quitandinha, trilhas e trekkings No ex-cassino, contruído internamente em estilo hollywoodian rococó, você se diverte andando por 14 salões, cada um de uma cor, do azul bebê ao rosa choque Recuperado do banho histórico do dia anterior, é hora de relaxar, conhecendo os arredores do centro de Petrópolis. Se estiver sem carro, pode optar pelo táxi turismo, com roteiros e tarifas pré-fixadas, ou ônibus normais nos pontos de informação turística é distribuído um folheto com os nomes das linhas que passam pelas principais atrações. De todas, é indispensável conhecer o Palácio Quitandinha. Construído para ser o maior hotel-cassino da América Latina, funcionou apenas de 1944 a 1946. Sua grandiosidade pode ser traduzida em números: tem 50 mil metros quadrados, 6 andares, 440 apartamentos, 13 salões e pés-direitos que chegam a 10 metros de altura. A fachada copia a arquitetura normanda dos cassinos das cidades balneárias do norte da França. O interior tem o raro (e exagerado) estilo rococó hollywoodiano, da década de 40. São lustres, luminárias, sofás, escadarias, piscinas, fontes, pedestais e ornamentos extravagantes. Pague R$ 3 e divirta-se andando pelos 14 salões, cada um de uma cor do azul bebê ao rosa choque. No Salão Mauá (ou Salão do Eco), que tem uma cúpula de 30 metros de altura e 50 de diâmetro, a ressonância é impressionante. Cada som emitido repete-se por 14 vezes. No local ficavam mesas de roleta! Os salões, na parte térrea do palácio (hoje usada como local de convenções e eventos), são abertos à visitação de terça a domingo, das 9h às 17h. Outro local que deve ser visitado é o Parque Cremerie uma área de lazer com jardins, piscinas, lago com pedalinho, playground e lanchonete. É ideal para levar crianças. O local, na Estrada da Independência, é uma antiga fábrica de queijos e manteigas, chamada Cremerie Buisson. Fundada em 1875 pelo francês Jules Buisson, seus produtos ganharam fama em todo o País. Abre de terça a domingo, das 8h às 17h. O ingresso custa R$ 1 e a utilização das quadras, piscinas e pedalinhos é cobrada à parte. Os folhetos turísticos chamam atenção para o Trono de Fátima, que só é alcançado de ônibus ou carro. Trata-se de um monumento à Virgem de Fátima erguido no alto de um morro, com uma imagem da santa em mármore, de 3,5 metros de altura. A bela vista prometida nos guias fica a desejar. Vá se tiver tempo. Há, ainda, a Casa do Colono Alemão, construção em pau-a-pique de 1847, que reproduz fielmente a arquitetura do País de origem. Guarda objetos, móveis e utensílios domésticos dos alemães que vieram colonizar Petrópolis. Para visitá-la, é preciso agendar pelo telefone (24) 231.3011. Quem gosta de flores pode ver também o Orquidário Binot, fundado em 1870 por Jean Baptiste Binot, idealizador dos jardins do Palácio Imperial. O orquidário, que fica no bairro do Retiro, exporta flores para vários países. É aberto de segunda a sexta, das 8h às 11h e das 13h às 16h, e, aos sábados, das 7h às 11h. Reserve sua tarde para as compras na Rua Teresa. São 1.200 lojas com os mais diversos tipos de roupas e acessórios a preço de fábrica. Uma tentação. O pólo comercial tem uma associação que fornece, pelo telefone (24) 245.0808, informações sobre horários de funcionamento, promoções, acomodações e até clima. TRILHAS Se quiser ficar mais tempo na cidade, os roteiros montados pela Petrotur (órgão municipal de turismo) indicam como opções as cavalgadas ecológicas, passeio de jipe ou trekking no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. A travessia Petrópolis-Teresópolis, na qual são percorridos 42 quilômetros de trilhas no meio da mata, dura três dias e só pode ser feita com guias especializados. Recomenda-se procurar as agências de turismo.(F.C.) |
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