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REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA III Empresas buscam economia Apesar de o investimento inicial para se montar uma escritório virtual ser grande, as empresas que têm adotado essa nova politica verificam que as despesas mensais diminuem bastante. O grande filão dessa nova filosofia de trabalho são as empresas que trabalham com vendas e representações. O que elas estão constatando é que, quando as filiais não deixam de existir, elas passam a trabalhar com um número muito reduzido de funcionários e, portanto, menos despesas. A Shell estima que, até o final do ano, vai ter economizado cerca de US$ 1,5 milhão em despesas, como aluguel e contas de luz e telefone que foram eliminadas. Nesse cálculo, já foram abatidas as despesas com a compra de máquinas. No caso da Prolane, a economia poderá ser, proporcionalmente, ainda maior, já que a empresa vem adotando escritório virtual há três ano e meio e hoje tem como pré-requisito para contratação de novos funcionários ter um computador. Não é um pré-requisito excludente, mas se tivermos que escolher entre um vendor com computador em casa e outro sem, ficamos com o primeiro, explica o gerente de tecnologica da empresa. Lucivaldo Soares. No início, subsidiamos a compra de máquinas aos nossos vendedores. Mas, hoje, como os pedidos só são feitos online, todos os 176 vendedores precisam ter micro, completa Soares. Em geral, as empresas que estão virtualizando seus escritórios adquirem um notebook ou um handheld e uma impressora por funcionário. O gasto maior é com o software para disponibilizar informações pela Web com segurança. As empresas normalmente adaptam os programas de gerenciamento e impressão de notas fiscais que já usavam nas filiais, para que estes passem a trabalhar online, permitindo o controle por parte da matriz e do vendedor externo. |
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