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MISSÕES V Vale incluir no roteiro os sítios dos países vizinhos Com tempo e disposição, é possível visitar as demais atrações do Circuito Internacional das Missões. O ideal é alugar um carro ou, então, recorrer a uma agência de viagem. Do lado brasileiro, os forasteiros podem conferir, ainda, os sítios arqueológicos de São João Batista, São Lourenço e São Nicolau. Muros e paredes de pedra, utensílios de barro e ferramentas, entre outros elementos desenterrados ao longo dos anos, formam o acervo desses sítios. Em São João Batista, inclusive, há um painel em homenagem ao Padre Antônio Sepp, religioso que deixou um dos mais valiosos testemunhos sobre o progresso alcançado pelas reduções. Ali, os índios chegaram a formar corais e uma orquestra sinfônica, executando músicas através de cítaras, fagotes, flautas e cornetas fabricados no próprio povoado. Nenhuma dessas ruínas, evidentemente, se compara ao conjunto arquitetônico de São Miguel, mas cada uma apresenta suas próprias particularidades, a exemplo das que se encontram em São João Batista. As outras duas antigas reduções brasileiras, São Borja e São Luiz Gonzaga, guardam poucas lembranças da época dos guaranis; portanto, são passeios dispensáveis. EXTERIOR Os sítios situados do outro lado da fronteira brasileira também merecem a atenção daqueles que se aventuram pelo Circuito Internacional das Missões. As ruínas de Trinidad e Jesus, no Paraguai, e Loreto, Santa Ana, Santa Maria de la Mayor e San Ignácio Mini, na Argentina, exercem o mesmo fascínio que as de São Miguel. Estão conservadas e, ao contrário do símbolo brasileiro do período missioneiro, atraem milhares de turistas todos os anos. (A.G.) |
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