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SISTEMA OPERACIONAL II Softs se rendem aos encantos do Pingüim A Corel também se rendeu aos encantos do sistema operacional que veio do frio e colocou há pouco tempo no mercado sua versão para o Linux, com o objetivo de oferecer uma interface amigável ao usuário final. O Corel Linux em português já está disponível para download e, até o final de julho, será comercializado em CD-ROM. Reconhecemos o potencial do Linux e nosso produto é fruto de uma estratégia para a criação de uma solução completa para desktop, explica a gerente de Comunicação da Corel para América Latina, Patrícia Valladão. O produto mais famoso da Corel, o aplicativo gráfico Corel Draw!, também será portado para o ambiente Linux. O software ainda está em versão alfa e a intenção da Corel é lançá-lo no segundo semestre. Depois do Draw!, será a vez do PhotoPaint para Linux, que será disponibilizado para download gratuito a partir de outubro deste ano. Como se vê, a aposta da Corel no sistema é grande: até o final de maio, a suíte de aplicativos Word Perfect Office 2000 terá uma versão para Linux, sem perder a compatibilidade com a edição Windows dos programas. O pacote é composto pelo editor de textos Word Perfect, a planilha eletrônica Quattro Pro, o editor de apresentações Corel Presentations e a agenda Corel Central. No quesito utilitários de escritórios, os linuxers estão bem servidos. Além do produto da Corel, o Star Office, da Sun, é outra opção que cumpre bem as funções a que se propõe. Seus vários módulos Writer (textos), Calc (planilhas), Base (banco de dados), Schedule (agenda) e Writer Web (editor HTML), entre outros somam mais de 60 MB, mas nem isso assusta os usuários. Já foram realizados mais de um milhão de downloads da suíte, desde que a Sun comprou a Star Division, desenvolvedora do pacote. A Adobe Systems, uma das maiores representantes do setor de produção e editoração gráfica, também está tateando no mundo Linux. Em seu site oficial, há uma versão beta do software FrameMaker 5.5, compatível com o sistema do Pingüim. O FrameMaker é utilizado para criação e publicação de documentos nos formatos PDF, XML ou HTML. A IBM é outra que também tem adequado seus produtos ao Linux, de uma maneira mais dirigida ao ramo das corporações. É uma tendência irreversível, que aconteceu de baixo para cima, do usuário para o fornecedor. Mas não significa o fim dos outros sistemas, acredita a gerente de Marketing de Software da IBM do Brasil, Jeni Shih. BANCO DE DADOS No caso da Big Blue, o banco de dados DB2 e o gerenciador de redes Tivoli são alguns dos produtos que foram adaptado para rodar em Linux. Também nesse sentido, a Oracle lançou, no segundo semestre do ano passado, a versão Linux de seu banco de dados 8i. Mês passado, foi a vez da suíte DotCom, com ferramentas para desenvolvimento e gerência para Web, ganhar uma edição Linux. A importância do sistema é tanta que mereceu a criação de uma unidade de negócios específica, para o desenvolvimento, marketing e suporte aos produtos da plataforma, assegura a gerente de Negócios e Tecnologia da Oracle do Brasil, Cláudia Lima. (F.B.) SERVIÇO www.conectiva.com.br |
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