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SISTEMA OPERACIONAL III Notebook recém-lançado trabalha com a plataforma Não é apenas o mercado de software que tem descoberto os encantos do mundo Linux. Algumas empresas criadoras de hardware já despertaram para o potencial do sistema e estão lançando versões adaptadas de seus equipamentos. Uma delas é a Samsung, que já tem um computador de mão capaz de rodar Linux. O Yopy, parecido com um palmtop, foi mostrado durante a CeBIT, feira de tecnologia ocorrida no início do mês, em Hanover, na Alemanha. Equipado com tela LCD colorida de quatro polegadas, processador ARM RISC de 200 MHz e som estéreo, o Yopy é capaz de navegar na Internet (com conexão via telefone celular) e reproduzir arquivos MP3, além de possuir recursos para reconhecimento de escrita. A produção do Yopy não significa um movimento de apoio ao Linux, mas não podemos deixar de lado tecnologias que beneficiam o usuário. A expansão e o desenvolvimento do sistema são inegáveis, afirma o diretor de Marketing e Vendas da Samsung, Thomas Heimann. Ainda no segmento dos portáteis, a Dell também anunciou que dois de seus notebooks serão comercializados com a versão 6.1 da distribuição Red Hat do Linux. À venda nas lojas dos Estados Unidos, os modelos Inspiron 7500 e Latitude CPX serão os primeiros portáteis com assinatura Dell a contar com o sistema operacional, sem haver diferenciação de preço em relação aos produtos baseados em Windows. A Intel não dorme no ponto e já preparou seu Itanium para comunicar-se perfeitamente com o Linux. O próximo chip a ser lançado pela empresa foi o objeto de estudo da Trillian, uma comunidade de programadores Linux, que desenvolveu uma tecnologia permitindo o funcionamento dos sistema no processador. É inegável o sucesso do Linux no mercado de Internet. Hoje ele detém 40% do total de servidores Web em funcionamento no mundo, afirma o diretor de Marketing e Venda de canais da Intel para América Latina, Ronaldo Miranda. A aposta da Intel no Linux é tamanha que recursos do Intel Capital, fundo de investimentos em tecnologia criado pela empresa, foram destinados às iniciativas de apoio ao desenvolvimento e aperfeiçoamento da plataforma. Trabalhamos muito próximos da Red Hat e, no Brasil, da Conectiva, explica Miranda. (F.B.) SERVIÇO |
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