![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
A festa que tira todos do trabalho POR CAROL ALMEIDA Alguns goles de cerveja (ou de qualquer outra bebida social) e lá se vai a carapuça da formalidade, das conversas geométricas e dos pronomes de tratamento. Sem crachá, gravata, farda ou qualquer tipo de ligação com o local de trabalho, chegou a hora dos profissionais de todos os setores comemorarem o fim do ano com a tradicional festa de confraternização, aquele momento em que os colegas podem ser amigos e os que já eram amigos têm o pretexto para mais uma festa de final de ano. Seja em um restaurante, seja no próprio ambiente de trabalho ou até mesmo fora da cidade, as confraternizações funcionam quase como um décimo terceiro comunitário. Só que, ao contrário do décimo terceiro, as pessoas geralmente (se a empresa não arcar com todas as despesas) precisam abrir mão de algum dinheiro. E é aí que entram os pacotes de fim de ano: restaurantes, bufês e viagens ficam mais baratas se organizadas em grupos. No entanto, mesmo com pacotes certos, a dica é sempre tentar negociar. No caso dos restaurantes, os mais procurados são os rodízios de churrascarias. O pacote quase sempre oferece também o serviço no ambiente que o cliente (empresa ou colegas de trabalho) quiser: ou seja, fora do restaurante. Dentro, a festa geralmente acontece em clima de burburinho de brindes e da música dos talheres. Para quem estiver a fim de algo mais eclético do que apenas carnes, a melhor opção são os restaurantes do tipo tem-de-tudo: aqueles que servem sushi, gaiamum, churrasco e, dependendo do local, até pizza. Neste caso, a promoção pode ser em porcentagem da conta total, ao invés de descontos individuais. E enquanto uns investem em pacotes para grande quantidade de pessoas, outros preferem valorizar pequenos grupos. Em alguns lugares os confraternizantes podem ganhar caipirinhas de brinde (Biruta) ou uma garrafa de vinho (Venetia). Em caso de se fazer uma festa no próprio escritório ou local de trabalho, muitos bufês hoje trabalham com entrega de encomenda personalizada. Nestes serviços, dependendo do porte do bufê, a festa sai bem mais em conta (nada que uma cota de última hora não resolva). PRESENTES Na brincadeira das palavras ligadas, confraternização sempre está associada com o termo amigo secreto, outro artifício utilizado pelos colegas de trabalho para ambientar a festa. Só que muitas vezes são nos presentes de amigo secreto que mora o perigo. Regra nº 1: se você não conhece muito bem a pessoa, evite dar livros e CDs. Regra nº 2: não pense que o presente é para você. Última regra: se o ambiente for realmente de descontração, procure dar um presente criativo e original. Isso pode até contar pontos se o seu chefe estiver por perto. |
|