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GAME Corrida pelas ruas de Londres e São Francisco As duas cidades famosas e seus encantos são as opções de cenário deste jogo, que capricha no realismo, com detalhes como a existência de buzina nos automóveis. São quatro opções: passeio turístico, corrida convencional, checkpoint e perseguição d a polícia por Márcio Padrão Você é uma daquelas pessoas cansadas de agüentar engarrafamentos no trânsito todos os dias? Sente uma vontade irresistível de destruir todos os obstáculos à sua frente, mas não quer acabar com a lataria do seu estimado veículo? Pois chegou o produto certo para você. Não, não é nenhuma bugiganga dos anúncios telefônicos da TV. É o novo petardo da Microsoft no mundo dos games, Midtown Madness 2, uma corrida alucinada pelas ruas de Londres e São Francisco. O primeiro ponto negativo aparece de cara: a ausência de uma abertura. Tudo bem que estamos falando de uma seqüência, mas não quer dizer que o jogador de primeira viagem não possa ter o gostinho de estar por dentro do que vai acontecer algo que a abertura ajudaria a adiantar. Dito isto, o próximo passo são as opções de jogo: o piloto escolhe um circuito de rua em São Francisco ou Londres. O mapa e os cenários são fiéis ao mundo real, com direito à Golden Gate, ao Big Ben e a outros referenciais das duas cidades. O jogo traz quatro modos distintos: passeio turístico, corrida convencional, checkpoint e perseguição da polícia. O passo seguinte é escolher o carro, que pode ser desde um moderno New Beetle até caminhões, táxis e calhambeques. Por fim, o usuário que não seja portador de uma placa 3D deve reduzir o nível dos gráficos, e mesmo assim corre o risco de não ver parte dos cenários e detalhes. Depois da largada, a ordem é correr, correr e correr, sem medo de ser feliz. Regularidade na pista não conta muito em um jogo deste tipo. Trombar nos carros, postes e edifícios não é um problema: pelo contrário, faz parte da diversão. Claro que se você estiver determinado a vencer, algumas brecadas vêm a calhar (a barra de espaço funciona como freio de mão), mas por sorte, dá pra segurar o veículo na pista na maior parte do circuito, excetuando-se um ou dois pontos maiores de velocidade. O ponto baixo seriam os gráficos. O seriam depende apenas da configuração, pois se uma placa de vídeo de qualidade pode mostrar toda a riqueza de detalhes, uma placa menor deixa o jogo com dezenas de bugs à mostra. Vale também ressaltar os três ângulos de visão dois externos e um interno contrastando com a ausência da opção de replay. O som é competente (os carros têm buzina!), mas não traz nada de muito radical. No final, a impressão que fica de Midtown Madness 2 é que bater e atropelar pode ser antiético, mas é bem divertido. No mundo dos games, bem entendido. SORTEIO Se você gosta de jogos de corrida, participe do sorteio do game Midtown Madness 2. Mande um e-mail dizendo se você pagaria para fazer download de músicas pela Internet. Na mensagem, informe nome, idade, profissão, endereço e telefone. SERVIÇO |
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