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SISTEMA DE PRODUÇÃO INTEGRADO Fábrica é um grande condomínio O presidente do Conselho Mundial da General Motors, Jack Smith, revelou que a nova fábrica do grupo em Gravataí, no Rio Grande do Sul, será observada e poderá ter sua experiência copiada pelas outras unidades espalhadas por todo o mundo. Isto porque a nova montadora está operando com o sistema de produção integrada, ou seja, o Complexo Industrial Automotivo de Gravataí abriga 16 sistemistas nome dado aos fornecedores que montaram indústrias dentro da área da GM. O 'condomínio' tem terreno total de 3,860 milhões de metros quadrados, com 20 ruas. "A produção em Gravataí será mais rápida e eficiente com o sistema integrado, que servirá de laboratório para a GM", afirmou Smith. Com a inovação, a GM conseguiu reduzir os estoques em torno de 50% - ponto favorável à proposta de ter um preço 'competitivo' para o Celta. LOGÍSTICA O presidente da General Motors para a América Latina, Fritz Henderson, afirmou que o trabalho com os sistemistas reduz o custo com logística praticamente para zero, pois os pedidos de peças são comunicados online a cada hora. "As necessidades, problemas ou interrupção na linha de montagem são imediatamento informadas aos fornecedores", afirmou Anderson. Segundo o executivo da GM, a produtividade da fábrica é de 100 carros por funcionário ao ano e a capacidade instalada é de 120 mil automóveis anuais, com dois turnos em funcionamento. Por enquanto, a fábrica está operando com apenas um turno. A ampliação será definida a partir da resposta do mercado consumidor ao Celta. O investimento foi de aproximadamente US$ 600 milhões e o número de empregos diretos é de 2,1 mil. A linha de produção da General Motors é formada basicamente por quatro células: prensagem, funilaria, pintura e montagem final. Apenas os módulos de motor e transmissão do Celta são produzidos pela unidade da General Motors em São José dos Campos (SP). (B.N.) |
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