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CONEXÃO II Consórcio conta hoje com 150 universidades Os brasileiros ainda se familiarizavam com a Internet quando os norte-americanos começaram a pensar numa segunda versão da Rede, um ano depois da sua abertura comercial no Brasil. Em outubro de 1996, 34 universidades dos EUA reuniram-se para formar o Comitê Geral de Trabalho da Internet2. O que se pretendia, e continua sendo o objetivo final dessa empreitada acadêmica, é a transferência da tecnologia desenvolvida e testada na rede de alto desempenho para toda a sociedade. Pouco tempo depois de formado o comitê, o presidente Bill Clinton anunciou o interesse na criação e administração da NGI (Next Generation Internet) e o apoio da Casa Branca ao projeto. Hoje, o consórcio Internet2 envolve 150 universidades norte-americanas, além de agências do governo e representantes da indústria. As pesquisas avançam diariamente. Entre os aplicativos testados, há bibliotecas digitais capazes de reproduzir áudio e vídeo de alta fidelidade. e quase imediatamente, na tela do computador. Também estão em testes sistemas de apoio a novas formas de trabalho em grupo, com uso de tecnologias de presença virtual e colaboração em 3D; projetos de telemedicina, com diagnóstico e monitoração de pacientes à distância; controle remoto de microscópios eletrônicos para pesquisas médicas e projeção de telas de computadores em 3D, utilizando a ImmersaDesk (algo parecido com uma grande tela de TV). Quando o assunto é Internet2, os desenvolvedores de sistemas e projetos são categóricos: não há uma linha de trabalho única para orientar as pesquisas. Ainda é preciso conhecer melhor as necessidades dos usuários e as possibilidades da nova Web. O limite do que é tecnicamente possível continua desconhecido. O backbone da Internet2 permite acessos com velocidade de até 622 Mbps. Mas a maioria das universidades envolvidas ainda opera com conexões de 155 Mbps. |
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