Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia serão os baianos responsáveis pela festa que está prevista para começar às 19h e só deve terminar no novo século
SALVADOR – Quatro empresas da iniciativa privada contrataram Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia para se apresentarem na capital baiana. Gal Costa, que vai interpretar composições de Caetano Veloso, Vinícius de Moraes, Dorival Caymmi e Tom Jobim, abre o espetáculo às 19h deste domingo.
Às 22h, Gilberto Gil e Maria Bethânia dão continuidade ao show, que será interrompido às 23h55 para a realização da tradicional queima de fogos. Além do show de Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia na Barra (orla), a Prefeitura de Salvador também organizou espetáculos musicais em outros sete bairros da periferia.
“Com a música, vamos aumentar o fluxo turístico em Salvador no réveillon”, disse o prefeito Antonio Imbassahy (PFL). São esperados 110 mil turistas na capital baiana para o réveillon, segundo informações do Governo municipal. Os mais tradicionais hotéis de Salvador também organizaram uma programação especial para marcar o início do novo milênio. Outra opção muito procurada pelos baianos e turistas é o réveillon organizado pelas barracas localizadas nas praias. São atrações que aumentam cada vez mais um número maior de pessoas.
Nas barracas, o show começa às 20h, com a apresentação de bandas e cantores regionais. As camisas que dão acesso às barracas custam, em média, R$ 40. A folia só não tem hora para terminar.
SÃO PAULO – A festa de réveillon da avenida Paulista na passagem do milênio será mais econômica que a do ano passado. Os organizadores devem gastar R$ 2,5 milhões, contra R$ 4 milhões em 1999. Esse é o principal evento na cidade de São Paulo durante a passagem de Ano Novo. São esperadas 1,2 milhão de pessoas, 200 mil a mais que no último réveillon. Em 1996, primeiro ano da festa, a avenida recebeu 200 mil pessoas.
“Os custos foram reduzidos após negociações com fornecedores. Mas a grandiosidade será a mesma. O ano passado foi atípico. Embora não fosse a verdadeira passagem do milênio, os equipamentos e bandas estavam mais caros”, afirma Fernando Elimelek, diretor-presidente da Playmusic, organizadora do evento.