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GAME Um clone humano em prol do crime Aventura futurista tem como personagem principal um ser formado com o gene de cinco homens astutos, pertencentes ao crime organizado por MÁRCIO PADRÃO Faltam apenas quatro dias para o século 21, e todos começam a se preparar para mais um Réveillon cheio de mensagens de amor, paz e felicidades. Se você não suporta mais os mesmos clichês politicamente corretos, então embarque de cabeça em Hitman: Codename 47, uma aventura de clima pesado, violento e com as características pessimistas de muitos contos futuristas. Se um cara como Hitman existisse, você não gostaria de tê-lo na sua festa de Ano Novo. Ele é simplesmente o assassino perfeito: realiza suas missões com descrição e possui uma pontaria inigualável. Mas o melhor de tudo é que Hitman não é humano, na acepção clássica da palavra. É um clone concebido pela combinação do DNA de cinco chefes do crime organizado, o que justifica tantas qualidades. As sete fases, distribuídas em cinco cidades, incluem ações como reconhecimento de área, resgates, roubos e, claro, assassinatos. No final de cada missão, Hitman será recompensado de acordo com o seu desempenho. Por exemplo, alertar os guardas durante o ataque reduz o resultado final de pontos. Para se infiltrar nas fortalezas, o arsenal é de deixar a SWAT babando: revólveres, facas, escopetas automáticas e um sofisticado rifle do tipo sniper (presente na abertura), sendo que cada armamento deve ser usado em ações específicas. Em suma, o jogador deve usar e abusar do raciocínio para planejar sua estratégia de ataque com o máximo de sutileza, para ser melhor recompensado no final. O ponto alto do jogo são os gráficos, com destaque para o visual obscuro dos cenários e a posição em terceira pessoa. O engine é um pouco pesado e requer uma placa aceleradora de qualidade. A simplicidade dos controles, com duas opções de teclado (no numérico e alfanumérico), também merece citação, apesar da primeira fase ter um ritmo lento e confuso. O som também impressiona pelo nível de realismo. No geral, este jogo lembra bastante Thief, que também é assinado pela Eidos Interactive. Assim como Tomb Raider e A Bruxa de Blair - Volume 1 - Rustin Parr, Hitman: Codename 47 parece fazer parte de uma forte tendência dos games: a utilização de elementos de estratégia e inteligência artificial em jogos de ação e tiro. Não basta apenas matar, e sim investigar sorrateiramente, entrar e sair nos lugares certos na hora certa e deixar um serviço limpo no final. Sem dúvida é um game ideal para escapar do feliz ano novo. Os gamemaníacos agradecem. Quem gosta do estilo desse game pode tentar ganhá-lo no sorteio do caderno de Informática do JC/ JC OnLine. Entre na página do Conexão Web, o site de Informática do JC OnLine e diga qual o seu sonho de consumo na área de Informática em 2001. Serviço |
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