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Teles entram no jogo 1) Não foi preciso nem acabar o ano 2000 para que o mercado mostrasse que acesso gratuito à Internet é coisa de gente grande. A venda para a Telemar do segmento de acesso grátis do iG, na semana passada, é prova disso. O boom de empresas de acesso gratuito durou só um ano e até o iG, que se gabava de ter conquistado o monopólio antes do tempo, percebeu que o negócio não dá dinheiro fácil. O UOL se deu conta mais cedo e passou a NetGratuita para a Embratel em outubro. Outros provedores se foram neste fim de ano. O Super11.net passou os clientes para o iG. Tutopia, Cidade Internet e Católica começaram a cobrar pelo serviço. A Telemar, que já possuía uma parte do iG, comprou o restante por valores não revelados e vai fazer o que mais sabe: disponibilizar acesso. Linhas não lhe faltam. Também é por isso que a Embratel entrou no jogo. Para quem já tem a tecnologia, o acesso grátis pode ser mais que rentável: pode ser estratégico. 2) Esqueça tudo o que você viu de propaganda pela Internet e corra para www.itau.com.br. O segundo maior banco privado do País está com um comercial interativo que é de cair o queixo. Isso para quem tem uma conexão boa, senão será preciso paciência para esperar carregar. Mas vale a pena. Ao clicar no banner, o internauta é levado a uma conversa com o garoto Rudi, lá no ano 2312. A interatividade vem não só da necessidade de clicar nos links para avançar na propaganda, mas também na abertura de janelas para acesso a websites e envio de mensagens para amigos. Criação da Agência Click, o comercial ainda não mostra tudo o que se pode chegar em propaganda na Internet. Mas está anos-luz à frente de quem acha um banner estático o máximo. |
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