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EM SINTONIA Adrenalina motiva jornalistas que atuam na guerra CLÁUDIA
CROITOR Sangue frio e muita ousadia compõem a receita para repórteres e cinegrafistas de TV que se aventuram por um país em guerrao que pode voltar a ocorrer caso os EUA decidam atacar o Afeganistão. Para quem já trabalhou num campo de batalha, a adrenalina e a emoção de estar presenciando a história parecem compensar os riscos. Gosto dessas coberturas, têm adrenalina. Claro que o medo está lá, mas faz parte. Sem ele, um câmera se arrisca demais, e aí é morte na certa, diz o cinegrafista Sérgio Gilz, que cobriu guerras no Kuwait, Líbano e em Sarajevo, entre outras. Imagens indesejadas pelo menos para as partes em guerra costumam ser o elemento que acentua o perigo para as equipes de TV. No Afeganistão, andávamos com as fitas gravadas amarradas na cintura, com medo de perdê-las, conta Ana Paula Padrão, da Globo, que também esteve em Kosovo. Além do constante risco de vida, outros fatores, como falta de comida, energia elétrica, e, muitas vezes, a impossibilidade de descanso contribuem para o estresse nesse tipo de cobertura. Na guerra do Golfo, cheguei a ficar quatro dias sem dormir. De tão cansado, entrei no ar, por telefone, no Jornal da Globo e não me concentrava. Repetia a mesma coisa sem parar. E isso ao vivo, conta o repórter Carlos Dorneles. Há também a dificuldade de se conseguir notícias. Sempre há um cerceamento, diz Luiz Carlos Azenha, que cobriu a invasão americana no Panamá, nos anos 80, para a TV Manchete. Mas ser brasileiro pode ajudar. As pessoas simpatizam com a gente, falam de futebol. Aí fica mais fácil conseguir informação, diz Ernesto Paglia, que esteve no conflito entre Irã e Iraque. Hebe apaga velinha A revista Quem preparou, para o seu primeiro aniversário, uma retrospectiva dos melhores momentos clicados pelo fotógrafo J.R. Duran e uma seleção de capas da revista. Vários famosos, entre eles a apresentadora do SBT Hebe Camargo (foto à esquerda), apagaram a velinha para Quem. Robô humanizado O novo desenho do Cartoon Network tem em comum com o badalado filme A.I. a tendência de humanizar robôs. Na animação, o robô Zeta foi criado pelo governo com o objetivo de aniquilar terroristas. Ele pode se transformar em qualquer pessoa, mas a convivência com o homem ensinou-o a valorizar a vida. Projeto Zeta vai ao ar às 17h30. O lado mulher de Bárbara Queria mostrar o meu lado mulher, disse a atriz Bárbara Borges (acima) à VIP. A ex-Luiza, de Porto dos Milagres, está simultaneamente nas páginas da revista e no site Paparazzo (www.paparazzo.com.br). As fotos revelam que Bárbara deixou de lado a imagem angelical da personagem da novela. Luana está de volta à TV A atriz Luana Piovani, que no ano passado trabalhou para a MTV, está de volta à Globo. A partir de hoje, ela grava as primeiras cenas de sua personagem, a Marquesa de Santos, na minissérie O Quinto dos Infernos, de Carlos Lombardi. A loira vai se dividir entre o projeto global e o longa O Homem que Copiava, de Jorge Furtado, filmado em Porto Alegre. |
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