Tudo aconteceu muito rápido na vida do atacante Fabinho, este ano. De promessa, o jovem, de 19 anos, voltou ao ostracismo. No início da última semana, voltou para os profissionais e deu o que o Sport perseguia há sete rodadas: a vitória num lance em que se misturaram raça, oportunismo e sorte.
Da mesma maneira que ontem, ele apareceu para a torcida. Num jogo contra o Náutico, pelo Campeonato do Nordeste, Fabinho foi acionado pelo então técnico Levir Culpi no segundo tempo. Fez um belo gol de voleio, mas não pôde evitar a derrota leonina por 2x1.
Agora, a história foi diferente. Ele entrou e foi logo mostrando a que veio, numa bicicleta em seu primeiro lance. O segundo foi fatal: Cléber, parceiro dos juniores o lançou. Na dividida com Rogério, a bola foi para as redes. Onde bateu a bola? “Foi na canela, mesmo”, respondeu sem falso pudor.
O tempo que passou ‘escondido’ foi encarado como um aprendizado. “Tive muitos problemas com expulsões depois que voltei para os juniores”, revelou.
Problema superado, agora é pensar em se firmar no titular, com Túlio chegando e tudo. “Quem define o time é o professor Mauro, mas vou trabalhar para me firmar cada vez mais”, garantiu.