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ESPANHA Um olé de diversão
Parques temáticos espanhóis querem conquistar o brasileiro, que já não precisa falar inglês para cair na farra por FABIANA MORAES Montanha-russa, Coca-Cola e adrenalina. A santa tríade dos parques de diversões é a mesma em todo mundo. Na Espanha, os movimentados centros de diversão embalada a plástico não poderiam ser diferentes: parques como Portaventura e Terra Mítica, ambos na região do Mediterrâneo, poderiam estar construídos em qualquer lugar. A diferença, no entanto, é que muito próximo a esses locais estão cidades belíssimas como Barcelona, Alicante e Valência. A mistura é perfeita: crianças satisfeitas com loopings e quedas na água e pais extasiados em importantes centros culturais e de compras, é bom não esquecer. Ao contrário da França, que não se deu muito bem com a sua Eurodisney, a Espanha está investindo pesadamente no setor. Pelo menos dois parques temáticos foram inaugurados recentemente, um em Sevilha (o Isla Magica) e o citado Terra Mítica, na comunidade valenciana. Em março de 2002, um gigantesco empreendimento será inaugurado em Madri, o Parque Warner (leia mais sobre eles na página 3). O mastodonte será dividido em cinco áreas temáticas, que serão habitadas por personagens como o Pernalonga, Batman, Marilyn Monroe e até Errol Flyn. Serão, no total, trinta moderníssimas atrações, muitas delas construídas em locais fechados, para que, chova ou faça sol, continuem a funcionar. Essa recente vocação tem sua lógica (que deverá logo mais, ser explorada por diversos outros países europeus): tornar mais atrativa aos jovens uma região que seduz, principalmente, o público adulto. Muitos podem torcer o nariz para o fato, lembrando a frustrante e já citada Eurodisney. Mas, de fato, deixando de lado os parques madrileños, um dos maiores trunfos dos parques espanhóis é a proximidade à costa mediterrânea e a indefectível aura de farra que já domina a Espanha. DISNEY COM PAELLA Quem acha que ninguém pode bater a Disneylândia tanto em boas atrações quanto em apelo consumista precisa conhecer locais como o Portaventura e o Terra Mítica. Mais do que brinquedos, eles contam com todo o tipo de loja para abastecer o apetite do consumista mais insaciável. Os preços não são tão salgados quanto na Disney. Já a arquitetura, muito curiosa, sempre faz com que, ao término de cada atração, o visitante desemboque numa destas tiendas (lojas) repletas de coisas fofas e, geralmente, inúteis. Lembrou da terra do Mickey? Pois é. Mas aqui come-se melhor (sim, tem paella...) e de quebra nem é preciso falar inglês: entende-se quase perfeitamente o castellano (já falar...). A jornalista viajou a convite do Centro de Turismo Espanhol e Iberia |
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