![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
Paulo Sérgio Scarpa Clava forte
Os tempos mudaram. Estudar as origens da nacionalidade e exercitar o culto de seus valores é a maneira cidadã de exercitar o patriotismo, hoje. Já que a nova ordem econômica mundial está modificando até valores nacionais que foram, até pouco tempo, parâmetros para ações de poucos estadistas e de alguns pensadores. Entretanto, essa nova ordem geopolítica e econômica não deve (e nem pode) esmagar as raízes culturais do País porque delas sempre brotaram os compromissos de respeito ou amor à Pátria. Os ideais de Tiradentes, morto por defender um País livre e soberano, podem até ter mudado, mas são outros também os inimigos da liberdade. Mas a independência nacional ainda se constrói a cada dia.
Pelo nome
Pesquisa da Exatta revela que 81% dos pesquisados no Recife, Olinda e Jaboatão são contra a troca do nome do Aeroporto Internacional dos Guararapes para Gilberto Freyre. A pesquisa será entregue, na quarta, pelo presidente da Câmara de Jaboatão, Joaquim Barretto, aos três senadores pernambucanos. Até agora só Roberto Freire disse que é contra.
Onde está você?
O Quinteto Violado faz revisão sobre seu trabalho inovador e provocador. Quer mostrar que marcou passagem mas semeou tendências e acompanhou gerações. No CD comemorativo, uma grande ausência: Asa Branca. Aquele arranjo que arrepiou o País.
Cara do Brasil
O Movimento dos Sem-terra, CUT e CNBB conseguiram, ontem, chegar à frente do Palácio do Governo no Grito dos Excluídos. Uma conquista nada fácil caso o governador estivesse no Estado. Ele estava em pleno vôo entre Lisboa e Recife.
Por um novo governo, prega Luciano
O vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira (PC do B), envia mensagem neste Sete de Setembro: “A situação atual reclama a crescente unidade e intervenção política do movimento popular, em pequenas ou grandes manifestações, exigindo um novo governo, democrático e de reconstrução nacional, que atenda aos anseios populares, denunciando as privatizações em curso e a corrução, instando o povo a desmascarar o modelo neoliberal e infundindo confiança em que é possível um outro rumo para o Brasil.”
Elas por elas
É notório que o salário de R$ 4 mil pago aos 17 secretários de Jarbas Vasconcelos é pequeno diante da responsabilidade da tarefa de administrar Pernambuco; assim como são vergonhosos os salários de médicos, professores, policiais militares e civis. Mas, da mesma forma que o servidor público não serve com dignidade o cidadão, a equipe de Jarbas não cumpriu ainda o que prometeu fazer pelo Estado.
TCE quer obra transparente
O conselheiro Roldão Joaquim diz que nenhum conselheiro do TCE é contra as obras da BR-232; todos querem sua realização dentro das normas. Para ele, é até saudável o surgimento de denúncias, a obra fica cada vez mais transparente.
Prefeito mostra desenvoltura no Sete de Setembro
Quem viu João Paulo deixando o palanque dos militares na Conde da Boa Vista para participar do Grito dos Excluídos, promovido pela CUT/CNBB, não percebeu qualquer mudança fisionômica no prefeito. Pelo jeito, mostrou que transita de um lado para o outro com a maior facilidade.
PFL quer dar a Joaquim o tempo necessário para ficar
O adiamento da reunião entre Joaquim Francisco e o presidente do PFL, André de Paula, atende apenas a uma questão estratégica. Haveria ainda muito tempo até 6 de outubro para ser tratada a questão pessoal de Joaquim, candidato ao Senado. Sem desgaste não há atrito, antes do tempo.
União 1
O deputado José Queiróz (PDT) diz acreditar na união das esquerdas em Pernambuco, com a participação do PT. E explica que, sem caciques, as conversas ficam mais fáceis. Queiróz defende o total entendimento partidário para se chegar ao eleitoral.
União 2
José Queiróz dá muita importância à convenção nacional do PMDB, hoje, em Brasília. Lembra que seu resultado pode modificar até o quadro eleitoral em Pernambuco ao atingir a aliança PMDB/PFL/PSDB e o futuro político de Jarbas Vasconcelos.
Verão ação
O primeiro dia da Ação Verão, da PM, que prometeu manter ordem e segurança em 20 km de praias na Grande Recife, levou às ruas 2.200 soldados. A ação prossegue hoje com número menor de homens, mas com a mesma promessa de exibir presença e inibir marginais.
|
|