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ACIDENTE II
Comandante atendia às
reclamações de clientes
O comandante Rolim, como o presidente da TAM, Rolim Adolfo Amaro, era chamado pelos funcionários e também pelos passageiros da empresa, nunca se furtou a atender pedidos e reclamações dos usuários nem tampouco a receber elogios e cumprimentos. Não raro, quando um passageiro ligava a um escritório da TAM para fazer uma eventual reclamação era atendido pelo comandante. Desde o fim de 1993, o comandante Rolim escrevia, mensalmente, a Carta do Comandante. Leia, a seguir, parte da última carta, do dia 1.º deste mês: Prezados amigos, Ainda me lembro muito bem quando eu e o sr. Orlando Ometto esperávamos por um diretor da TAM em nosso quarto do Hotel Bandeirantes, em Goiânia, para assinar os documentos que constituíam a TAM - Transportes Aéreos Regionais, em 1976, para que ela, então, pudesse operar linhas regulares e, assim, entrar nesse seleto clube das empresas aéreas brasileiras.
Vinda de um pequeno Taxi Aéreo, a TAM credenciou-se de forma marcante e foi uma das cinco empresas designadas para prestar serviços de transporte aéreo regular ao público usuário.
Nunca me recordo de um dia sequer em que o volume de nossos passageiros não aumentasse em relação ao dia anterior, mantendo sempre o nosso ideal de ter uma empresa que pudesse, com orgulho de ser brasileira, amar os seus clientes, continuamente, e ser amada, permanentemente, pelos que nela trabalham.
Agora que atingimos a liderança do mercado doméstico, cabe uma pequena reflexão e quase um desabafo: nós somos a única coisa nova que aconteceu em tamanho e inovações nesses 50 anos de transporte aéreo no Brasil.
Desejo a todos boa viagem! Rolim Adolfo Amaro, presidente.
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Jornal do Commercio
Recife - 09.07.2001 Segunda-feira
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