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ROCK IN RIO 3 III Evento promete música de mais e violência de menos Agência Folha O Woodstock 3, que aconteceu em Nova York, em 1999, para comemorar o 30º aniversário do festival de 1969, ficou marcado por escândalos de estupro, saques e incêndios. Para evitar que problemas semelhantes aconteçam na terceira edição do Rock in Rio, a organização do festival disse hoje que não vai poupar esforços. Estivemos lá para estudar os erros, disse Nelson Fiedler, que projetou a Cidade do Rock. Cerca de R$ 60 milhões foram gastos com marketing e na construção da Cidade do Rock, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio. Na tentativa de evitar os mesmos problemas que ocorreram em Woodstock, o Rock in Rio terá 750 seguranças, além do suporte de 3 mil policiais militares e civis, todos desarmados. Os organizadores esperam também que o tema por um mundo melhor ajude a criar um clima de harmonia entre as pessoas que forem assistir aos shows. A distância entre o Palco Mundo e as Tendas Brasil, Eletro e Por Um Mundo Melhor foi pensada para que o público não tenha dificuldades de pular de um show para outro. Durante o Woodstock 3, várias adolescentes foram estupradas, e houve um grande incêndio, provocado pelo público, enquanto o grupo Red Hot Chilli Peppers cantava Fire, de Jimi Hendrix. Ao final do festival, que durou três dias, a cena era de equipamentos destruídos e trailers em chamas. O Rock in Rio começa na sexta-feira (12), quando três minutos de silêncio pela paz mundial deverão ser respeitados. O evento está promovendo uma campanha social e 5% da renda serão destinados a projetos não-governamentais de assistência a jovens carentes. |
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