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SERTÃO DO PAJEÚ Prefeito vê caos em São José do Egito O prefeito de São José do Egito, Paulo Jucá (PSB), declarou estado de calamidade e de emergência no município, pela falta da oferta dos serviços públicos essenciais e desaparecimento de documentos e informações de diversas secretarias. O prefeito acusa a administração anterior, do ex-prefeito Marcos César Crispim Lima (PFL), de ter promovido o caos total na máquina da Prefeitura. Não existe nenhuma documentação pertinente à gestão a quem sucedemos, bem como, até mesmo, de gestões anteriores à esta, destacou em seu decreto. Paulo Jucá já enviou um ofício comunicando a sua decisão ao Governo do Estado e solicitando uma Auditoria Especializada para auxiliar a Comissão Especial de Sindicância, criada por ele para apurar os executores dos fatos delituosos e promover suas punições. Ele também enviou ofícios ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas Nos ofícios, Jucá destaca ainda que os dados econômicos e financeiros do município, dos exercícios de 1998 a 2000, foram surrupiados. Diz, ainda, que recebeu a administração com os serviços de saúde e coleta de lixo paralisados. O ex-prefeito Marcos Crispim, filho do deputado José Marcos Lima (PFL), rebateu a acusação acusando o novo prefeito estar querendo criar um fato político. É lamentável que ele ainda continue no palanque, quando deveria estar cuidando de sua administração, destacou. Marcos Lima disse que entregou a Prefeitura e secretarias com todos os documentos e arquivos de computadores para a utilização da nova administração. Ele destaca que prestou todas as informações solicitadas pela equipe de transição de Jucá, apresentando um retrato fiel da situação financeira e administrativa da Prefeitura. Crispim ressaltou ainda que deixou um saldo em contas correntes da ordem de R$ 235 mil destinados a obras e serviços. |
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