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Melissa de Andrade Um iG que funciona
Um iG que funciona. É assim que Daniela Bertrand Rangel define o serviço de Internet gratuita que o iBest oferece a partir desta sexta-feira. O dileto leitor nem se anime, que a novidade só chega a Pernambuco no ano que vem.
Daniela é diretora executiva do iBest, chamado de ‘Oscar da Internet brasileira’, que virou portal e provedor (leia matéria ao lado) depois de comprado pela Brasil Telecom.
O sonho da maior parte dos assinantes, ter linhas livres de acesso a uma velocidade decente e não pagar nada por isso, pode estar chegando, promete o iBest. O curioso é que alguém esteja apostando nisso depois do quebra-quebra que vivenciamos há um ano.
Você lembra? No começo de 2000, o acesso gratuito parecia a grande solução. Teve gente que disse que esse era o modelo definitivo. Em outubro do mesmo ano, começou a quebradeira: Super11 e NetGratuita, depois Tutopia, Terra Livre e os demais. Todos diziam que o modelo era insustentável. Só ficou o iG.
Agora vêm a Brasil Telecom e o iBest dizendo que há lógica na viabilidade do serviço. Daniela explicou que 50% do dinheiro pago à operadora pela chamada local vai para o provedor gratuito. No caso, para a Brasil Telecom. E que isso é suficiente para manter o serviço. Se é tão simples assim, por que só o iG conseguiu sobreviver?
A diretora do iBest garante não só a gratuidade, mas a qualidade do serviço. Ela não disse quantas linhas serão disponibilizadas, mas garantiu que não haverá problema de conexão. É esperar para ver.
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