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CABO DE SANTO AGOSTINHO II Sextas e sábados cheios de atração o ano inteiro
O governo municipal, por meio da Secretaria de Turismo, está investindo no lazer local. Uma das medidas, que, inclusive, já está sendo copiada por outras cidades pernambucanas, é a limitação do número de vans e ônibus de turismo que visitam a cidade diariamente e a implantação de uma taxa de preservação ambiental para os turistas, assim como existe no Arquipélago de Fernando de Noronha.
Uma das ações para o incremento do turismo é o programa Onda Limpa, em que agentes de limpeza desenvolvem um trabalho de educação ambiental e distribuem sacolinhas aos banhistas para o recolhimento do lixo nas praias.
Outro programa que utiliza a mão-de-obra local é o da Cooperatur, uma cooperativa formada por 25 jovens que são capacitados para receber e dar informações turísticas.
Mas a bola da vez é o festival Luas de Pinzón, que está movimentando a cidade desde o início de novembro. O projeto turístico cultural, uma iniciativa da Prefeitura do Cabo em parceria com o trade turístico, ocorrerá todas as sextas-feiras e sábados e, segundo o secretário de Articulação Política e Projetos Especiais, Romildo Albertim, tem o objetivo de estabelecer um pólo permanente de entretenimento e lazer ao longo dos 800 metros da Avenida Laura Cavalcanti, a principal de Gaibu.
“A intensão é incrementar o comércio na cidade, fomentar a cultura e fixar o turista na cidade. Registramos um crescimento de 70% a 80% no movimento de bares e restaurantes desde o início do projeto”, diz Romildo.
A maioria dos artistas que se apresenta no projeto é formada por cabenses. Para o próximo fim de semana, as atrações que devem subir aos palcos Mar e Lua são o Coco do Mestre Dié, Ciranda Carcará, Júlio Samico, Marcos Buarque e Volta que o Mundo Dá (capoeira), entre outros.
As apresentações começam às 21h e seguem noite a dentro, só terminando por volta das 3h da madrugada.
Entre os planos da prefeitura, também está e implementação do projeto Concertos para a Juventude, que visa capacitar, em parceria com a Fundação Quinteto Violado, 50 jovens entre 16 e 22 anos. As oficinas devem começar em janeiro de 2002, com o apoio de artistas locais e nacionais.
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