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PAPELÃO III
Lei Seca em Cáli, antes da partida

CÁLI – Além de todo o aparato de segurança, que envolve 3.800 policiais nas cercanias do Estádio Pascual Guerrero, esta cidade colombiana sede do Grupo B da Copa América, passou a conviver com a Lei Seca a partir das 8h (10h de Brasília) de ontem, o que só terminou após a partida Brasil e México. No início da manhã, as ruas próximas ao estádio já estavam sendo lavadas e o esquema de segurança começava a funcionar.

HONDURAS ESTRÉIA – A seleção de Honduras, que substitui a da Argentina, e já estréia hoje, contra a Costa Rica, em Medellín, cujo prefeito, Luiz Pérez Gutiérrez, está pedindo uma sanção para a Argentina, e pressiona o presidente da República, Andres Pastrana, para que faça um pronunciamento oficial contra a decisão da Associação do Futebol Argentino (AFA) pelos prejuízos financeiros e técnicos causados para a cidade e a competição. Em depoimentos que estão sendo veiculados pela TV Caracol, até mesmo jornalistas argentinos que estão em Medellín para a cobertura da Copa América estão repudiam a decisão da AFA.

EQUADOR RECLAMA – O técnico do Equador, o colombiano Hernán Darío Gomes, culpou a arbitragem pela goleada por 4 a 1 que sua equipe sofreu para o Chile no jogo de abertura da Copa América, na noite de quarta-feira, em Barranquilla. Segundo ele, o boliviano René Ortubé prejudicou os equatorianos ao expulsar o meia Chalá, autor do único gol do Equador na partida. Até a expulsão, aos 32 minutos do segundo tempo, o Chile vencia por 2x1.

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Jornal do Commercio
Recife - 13.07.2001
Sexta-feira