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GREVE NA EDUCAÇÃO Alunos das universidades federais perdem semestre Docentes em Ensino Superior alertam também para ameaça ao Vestibular. Risco é maior nas unidades de Pernambuco, Rio Grande do Sul, Pará, Mato Grosso e São Carlos (SP) São Paulo Representantes do Sindicato Nacional dos Docentes em Ensino Superior (Andes) encerraram, ontem, uma reunião com a secretária de Ensino Superior do Ministério da Educação, Maria Helena Castro, afirmando que o semestre letivo das 52 instituições federais de ensino superior do País está perdido e que o vestibular está ameaçado. Os professores, em greve desde 22 de agosto, ouviram da secretária que sua pauta de reivindicações contemplando uma reposição salarial de 75,48%, a incorporação de gratificações e a realização de concursos públicos não é negociável. O que os professores pedem vai contra a política do Governo, afirmou Maria Helena. Pelo menos cinco universidades, que nem sequer fizeram processo de matrícula, correm mais seriamente o risco de perder o semestre e adiar o vestibular: Rio Grande do Sul, Pará, Pernambuco, Mato Grosso e São Carlos (SP). Com o impasse nas negociações, a Andes informou que a greve prossegue. Roberto Leher, presidente da entidade, afirmou que o comando de greve só negociará com o ministro da Educação, Paulo Renato Souza. Os servidores e técnicos administrativos das universidades federais também estão parados desde 25 de julho. CASO UNE O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, José Muinõs Piñeiro Filho, indicou três promotores para investigar a denúncia de suposto desvio de R$ 600 mil da União Nacional dos Estudantes e da expedição de uma falsa carteirinha em nome de Fernando Dutra Pinto, seqüestrador de Patrícia Abravanel. A denúncia foi apresentada pelo estudante de Direito da PUC, do Rio, Pedro Laigner de Souza. |
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