Muito além de todas essas coisas, Poços de Caldas é cheia de particularidades, como o hábito de se comer pastéis – nas casas especializadas – nos finais de tarde ou mesmo sorver o doce de marolo (fruto específico da Mantiqueira) com leite, vendido em forma de cubos no Mercado Municipal, durante os meses de março e abril.
Há muitas outras opções que podem ser descobertas ao longo do passeio. Além desses dois “ingredientes” do paladar poços-caldense, muitos outros podem ser degustados nos restaurantes e bares locais. Para beber, o quentão do pub New York New York é inigualável. Ah! Visite as cristaleirias, sobretudo a Cad’oro
Concluindo o passeio, nada melhor do que um treking, que deve iniciar por um dos dois pontos turísticos: a Fonte dos Amores ou o Recanto Japonês, ambos instalados no sopé da Serra de São Domingos, onde uma remanescente mata nativa insiste em sobreviver. A Fonte dos Amores, segundo a tradição, possibilita o nascimento de grandes paixões. Em oposição a esse ponto, o Recanto Japonês seduz pela singeleza das cerejeiras, cujas floradas em tons de rosa suave acontecem em setembro, sendo sinônimo de fecundidade.
Partindo destes pontos, com uma hora e meia de caminhada, 400 metros acima, atinge-se o Cristo Redentor, que abraça Poços de Caldas. É o maior panorama oferecido ao visitante sobre a cidade que, sem dúvida, merece uma visita.
Não muito longe do Cristo Redentor, encontra-se a Pedra Balão. Trata-se de outro monumento natural, esculpido em rocha firme, que dá a uma pedra um formato de balão. Esse é um dos mais belos postais de Poços de Caldas, pois, além da altitude, o monumento natural encontra-se cercado pela natureza da Serra da Mantiqueira.
Ainda bucólica é a represa do Bortolã, onde, aos domingos, os moradores da cidade costumam pescar, passear de lancha ou jet-ski. Lá, há muitos bares cujos cardápios, além da caipirinha, oferecem os “frutos da represa” e os frutos da região, como jiló frito e cozido, servidos no pão francês.