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REMO
Sete clubes disputam Troféu Brasil

Botafogo (RJ) e Grêmio Náutico União (RS) são os principais favoritos ao título, mas Sport e seleção do Espírito Santo também têm chances

Sete clubes vão brigar pelo título do VII Troféu Brasil de Remo, hoje, na bacia do Capibaribe. Além do Botafogo, do Rio de Janeiro, e Grêmio Náutico União, do Rio Grande do Sul, principais favoritos ao título, competirão seleção do Espírito Santo e Piraquê (SC), Sport e Náutico, de Pernambuco.

O Flamengo, do Rio, último campeão, está fora do torneio. A seleção do Espírito Santo e o Sport Club do Recife também estão entre os cotados para as medalhas de ouro. “As melhores chances do Sport são nas provas de 2 sem e 4 sem, mas também temos condições de conquistar medalhas no 4 com e no four”, anuncia, confiante, o técnico Marcelo Ferraz.

O Sport participará de cinco dos seis páreos, só ficando de fora do skif, enquanto o Náutico, o outro representante de Pernambuco, concorrerá no double, skiff e four.

O primeiro páreo da regata será às 9h – double –, seguindo-se outras cinco provas, assim distribuídas: 2 sem (9h20), 4 com (9h40), four skiff (10h), skiff (10h20) e 4 sem (10h40).

O pernambucano Manoel Ferreira, do quadro especial de árbitros da Confederação Sul-Americana de Remo, dirigirá a regata, enquanto o Júri de Chegada será composto pelos representantes dos clubes participantes do Troféu Brasil.

O Sport terá os remadores Bruno da Silva Lins, Bruno de Oliveira, Carlos Alberto Sobrinho, Édson Cleibson, Edmílson Fernandes, Expedito Urquiza, João Renan, José Filiciano, Kleibson Leandro, Kleibson Alexandrino, Pablo Lucas de Morais, Tiago Siqueira de Miranda e o timoneiro Marcos de Souza. Pelo Náutico, competirão Filipe Barbosa, Rodrigo Cavalcanti, Gutemberg Ribeiro, Maurício Manoel Bento, Paulo Amorim Filho e Rodrigo Cavalcanti.

Para o treinador Marcelo Ferraz, o favoritismo atribuído ao Botafogo é pela sua tradição no remo brasileiro. “Mas o Botafogo não é absoluto e muito menos bicho-papão”, alerta, garantindo que os remadores do clube carioca não conhecem a raia. “Nossa água é corrente e eles estão acostumados a competir em água parada”, avisa.

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Jornal do Commercio
Recife - 20.05.2001
Domingo