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EQUIPAMENTO Supermouses e seus superpreços por MÁRCIO PADRÃO No lugar da bolinha, um sensor óptico. Em vez do duplo clique no ícone Meu Computador, apenas um clique em um terceiro botão. Sai o visual branco e ovalado, entra um mais anatônico e prateado. São essas algumas das vantagens proporcionadas por três dos melhores modelos de mouse disponíveis no mercado brasileiro. Enxuguem a saliva e preparem as carteiras, pois os supermouses são tão fantásticos quanto caros. Veterana absoluta do mundo dos softwares, a Microsoft está dando seus passos no hardware aos poucos, começando pelos joysticks, teclados e mouses. Nesse último quesito, o carro-chefe é o IntelliMouse Explorer, um moderno rato cujo maior destaque fica por conta do leitor óptico que substitui a bola de borracha na parte de baixo do periférico, que custa nada menos que R$ 197. A luz avermelhada não só dá um charme high-tech ainda mais se levar em conta o design prateado e anatômico como também ajuda na praticidade. É possível usar o IntelliMouse em qualquer superfície, desde tecidos até madeira e papel, com exceção do vidro. Isso evita o incômodo de entrar gordura e poeira que, acumulada no interior do mouse, causa o mau funcionamento dos modelos convencionais. Nas configurações do produto, um guia que chama a atenção é aquela onde o usuário escolhe, para cada um dos cinco botões, uma entre 44 funções básicas do Windows. Isso mesmo, o mouse possui cinco botões: os dois principais, um botão de rolagem e dois nas laterais. Os três últimos já vêm com funções definidas: mover as barras de rolagem da tela e o voltar/avançar do browser, respectivamente, mas se você quiser, pode mudar para as funções desfazer, copiar, colar, abrir o Windows Explorer, o ícone Meu Computador e outras. Durante o teste, no entanto, não foi possível alterar os botões laterais dessa forma, pois o menu deles não mostrava as opções. Se o da Microsoft prima pelo visual futurista e equilibrado, o Cordless Trackball Wheel da Logitech intensifica o fator high-tech, resultando em um mouse um pouco exagerado a princípio. Mas nada que alguns minutos de uso não resolvam. O trackball é um recurso que põe a bolinha em cima, para ser movida pelo polegar direito enquanto o mouse fica parado (a tecnologia bola de gude, segundo a fabricante). O modelo funciona sem fio: seu elo com o computador se dá através de um receptor de ondas de rádio. O botão de rolagem ainda vem com mais funções que o da Microsoft, 55 no total, incluindo o WebWheel, uma roda que traz os principais botões de navegação nos browsers. O preço: R$ 298. A Troni traz ao Brasil o modelo PET 2000, outro modelo Wireless (sem fio) que trabalha em freqüência de 27 MHz. Ele é bem mais discreto que os concorrentes, mas o preço é mais em conta (R$ 120), acompanha adaptador para porta PS/2 e vem com um led que indica se a bateria está fraca. No entanto, o disquete de instalação apresentou falhas e não foi possível conhecer mais funções do botão de rolagem. Fora isso, o mouse funcionou sem problemas, inclusive o botão de rolagem pegou normalmente nas barras de documentos e homepages. Serviço www.microsoft.com.br |
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