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GAME
Jogo Trade Empires não convence

O gênero é estratégia, mas o game traz características de outros títulos. Ou seja, não há nada de novo

por SCHEILA AZEVEDO
sazevedo@jc.com.br

A fórmula dos games de estratégia não funciona em Trade Empires, jogo da Eidos Interactive, lançado no Brasil pela Greenleaf. O game é chato e as possibilidades de crescimento são restritas a cada fase. O esquema é o mesmo: o jogador começa pobre e, ao longo da evolução da humanidade, tenta ficar rico.

O objetivo é criar um grande império mercantilista. É preciso ser bom negociante para vender o máximo e controlar o preço das iguarias, pois a lei da oferta e da procura cabe muito bem por aqui. É importante estar atento à evolução da humanidade, pois novas tecnologias podem cortar custos tornando a mercadoria mais competitiva.

São quatro mil anos divididos em 15 episódios que se passam na China Antiga, Ásia Central e Mediterrâneo até África, Europa e Atlântico. O nível de dificuldade aumenta ao longo do jogo e dependendo da civilização. Crescer durante o Império Romano é bem mais difícil que enfrentar as guerras persas.

Os gráficos não trazem nada de novo. São mapas, com boa resolução gráfica visualizados de cima. O cenário varia pouco: são ‘casinhas’ e ‘bonequinhos’ rodeados por vegetação. O som também não traz novidade, até mesmo porque não é uma das características mais marcantes dos jogos de estratégia. Um jogo fraco, que perde o lugar para os concorrentes.

SORTEIO – Para concorrer ao game, mande um e-mail para info@jc.com.br dizendo se você gosta de arte digital. Coloque nome, idade, profissão, endereço e telefone.

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Jornal do Commercio
Recife - 21.11.2001
Quarta-feira