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TEST DRIVE Requinte e conforto são os pontos fortes do Volkswagen Bora
O Volkswagen Bora, à primeira vista, chama a atenção por dois aspectos: requinte e conforto. Externamente, o carro possui linhas limpas, com vincos no capô. O conjunto óptico dianteiro é translúcido e integral, incorporando lanternas, setas e faróis.
Internamente, o modelo oferece bancos com ajuste de altura do assento e controle da altura do volante. Juntos, os dois comandos permitem uma melhor adaptação do carro ao motorista, o que proporciona maior conforto e prazer ao dirigir. Um dos pontos positivos do veículo é o baixo nível de ruído interno. Na porta esquerda, o motorista pode controlar todos os vidros e o travamento das portas. Alguns comandos podem ser encontrados também na porta dos passageiros da frente e dos bancos de trás.
Na base da porta do motorista estão ainda os controles internos do tanque de combustível e do porta-malas, que exigem o uso da chave do carro para serem abertos. Sob o forro da mala, o suporte e a caixa de ferramentas guardam uma surpresa: se alguém tentar roubar as rodas do veículo, vai esbarrar em um dos parafusos, que necessita de uma chave especial para ser desatarrachado.
No quesito segurança, a versão testada pelo JC vem com airbags frontais e cinto de três pontas para todos os ocupantes e a carroceria possui áreas com deformação programável. O carro tem boa estabilidade, mantendo-se firme nas curvas.
MOTOR – O motor 2.0, com 116 cavalos de potência, garante bom desempenho em saídas e retomadas. A disposição do propulsor é sentida logo em 1ª marcha. A direção hidráulica e as rodas de 15 polegadas reforçam a boa dirigibilidade. O carro faz 9,1 km por litro de combustível, em trechos urbanos, e 16,1 km na estrada.
O sedan médio da Volks se situa entre outros dois modelos da marca: o Passat e o Golf. O preço varia de R$ 35.307 a R$ 49.794 (sem o frete).
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