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Negrini e Otto de mãos dadas na folia A global Alessandra Negrini e Otto desfilavam pelas ruas do Recife Antigo, segunda à tarde. Ela estava de saia jeans, camiseta e tênis, mas não passou despercebida. Muitos foliões acabaram reconhecendo a atriz.
Muito bronze O Carnaval da Fashion Summer Beach, em Maracaípe, reuniu de mauricinhos e patricinhas (elas sempre de calça capri e plataforma) até o pessoal mais descolado, que foi fantasiado. Magaly e Moisés Wolfenson esticaram de Toquinho até o point dos jovens VIPs. Bairrismo Tanto purismo em relação ao frevo e a Prefeitura do Recife importou Elza Soares e Jorge Benjor para tocar nos pólos de animação da PCR. Chico César veio da Paraíba. Pelo jeito, o preconceito só vale mesmo para a música baiana. Isso cheira a inveja.
Vitrine Martha Suplicy e Luiz Favre passaram pela Skol Spirit em Porto de Galinhas e rasgaram elogios para Chico Silva pela organização da tenda techno. A primeira-dama do Recife, Luzia Jeanne, foi prestigiar a folia de Olinda. Estava na sacada da sede da prefeitura, na segunda-feira. A jornalista Milena Fiori, da Editora Globo, que veio curtir o Carnaval aqui, saiu de táxi do Recife para Olinda e foi impedida de passar na barreira do Varadouro. De forma grosseira, os policiais negaram a entrada, alegando que só passava TX com placa de Olinda. Milena foi a pé e acabou sendo assaltada. Que bela recordação levará do nosso Carnaval! Ariano Suassuna estava pra lá de satisfeito no desfile da Império Serrano, que o homenageou. Saudava o público e entoava trechos do samba-enredo. Já a mulher, Zélia, apareceu muito séria no vídeo. O comércio de ambulantes em Olinda diminuiu neste Carnaval, mas ainda há muito o que melhorar. O número de blocos também foi reduzido este ano e todos se queixaram da falta de música nas ladeiras. Não adianta proibir. A música mais tocada nesse Carnaval foi Festa no Gheto, de Ivete Sangalo. De um folião irreverente: O Estado está tão ruim de frevo, que a novidade do Carnaval foi o Hino de Pernambuco. Anunciada e Américo Pereira dividiam mesa na Bom Jesus com Teresinha Nunes (sempre fantasiada) Eduardo Araújo e grupo de amigos. Tatiana Marques (de volta da Espanha), Mônica Dias, Antônio Lavareda, Verônica, Queirozinho e José Neves bateram o ponto todos os dias no camarote da Oi, no London Pub, de André Lubambo. O pediatra Marcelo Pontual, o cirurgião plástico Francisco Lapenda, o assessor de Marco Maciel, Roberto Pereira, Virgínia e André Campos anotados no vaivém da Bom Jesus. Quem ficou por aqui se encontrou por lá. Pistolas de água e spray com espuma fazem a alegria de crianças e adolescentes, mas aborrecem profundamente os foliões. Principalmente aquelas que são adeptas das escovas e penteados. A novidade nas ladeiras de Olinda foram os garçons com bandejas vendendo dose de uísque com energético. Um restaurante a céu aberto. Déborah Brennand comemora niver hoje com chá entre amigas. Também virando a folhinha Eduardo Bandeira. Miguel Henriques já está de volta do Rio, onde passou o Carnaval. Ponto para a PCR em relação ao décor da cidade. Estava alegre e bonito. Para quem ainda agüenta, hoje tem Carnaval na Fashion de Boa Viagem. A coluna hoje foi redigida por Roberta Jungmann A Bom Jesus foi a rua que reuniu mais nomes conhecidos neste Carnaval. Aliás, a festa no Recife Antigo esteve ordeira e pacífica. Não se viu brigas. Os ambulantes foram afastados de vez das calçadas, o que permitiu uma boa circulação. O único problema foi a falta de música. Nos intervalos dos blocos, ficava-se sem ter o que fazer. Bem que a prefeitura e o bares da Bom Jesus poderiam realizar parceria e colocar caixas de som nas marquises do casario com frevo ou então instalar orquestra fixa na esquina da rua. Até às 19h, o Carnaval no Recife Antigo era para crianças e o pessoal da boa idade. A partir das 20h, a turma com menos de 40 começava a chegar e os intervalos entre os blocos diminuia. O Bairro recebeu grande número de foliões. Sem dúvida, um sucesso. |
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