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TECNOLOGIA III
iMac, Cube, novo iMac. Inovação total
Esta é a segunda vez que a Apple traz ao mundo da Informática um computador com conceitos totalmente reformulados. A primeira foi em 1998, com o iMac compacto e azul translúcido, que já significava um grande confronto à pasteurização do bege nos PCs. A velocidade era, então, suficientes 233 MHz, num Power G3.
No ano seguinte foi a vez dos iMacs ganharem cores berrantes: verde-limão, azul, laranja, vermelho e roxo. E potência: as cinco cores anunciavam a chegada à velocidade de 333 MHz.
Na trajetória de popularidade, só mesmo um obstáculo: o Power G4 Cube não agradou. Como o próprio nome indica, o gabinete em forma de cubo até que tinha potência – seu processador de 733 MHz, HD de 60 GB e memória RAM de 256 MB davam um banho em perfomance, tornando a máquina mais rápida que um Pentium 4 de 1,5 GHz na renderização de gráficos 3D complexos. Mas não conseguiu obter apelo junto aos consumidores e não foi lá um sucesso de vendas. No Recife, demorou a chegar e veio em poucas unidades, o que certamente não contribuiu para a comercialização.
Se a receptividade dos primeiros Macs foi um misto de surpresa e encantamento, o novo modelo base-arredondada-e-tela-plana também tem tudo para agradar. Ele não é nada colorido, mas é muito diferente esteticamente, e representa não só um avanço em relação ao antecessor, como sua substituição no mercado. “Hoje (segunda-feira) estamos dizendo adeus ao velho iMac”, setenciou Steve Jobs na MacWorld. Não se sabe se em sentido real ou figurado.
Serviço
www.apple.com.br
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Jornal do Commercio
Recife - 09.01.2002 Quarta-feira
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