Ligo ou não ligo? Quem paga a conta? O que vestir? Será que ele/ela vai gostar disso ou daquilo? Estas perguntas bem que poderiam fazer parte do rol das famigeradas questões do tipo: ‘tudo o que você sempre quis saber, mas nunca teve coragem de perguntar’...
Quem nunca enfrentou uma ‘saia justa’, que atire a primeira pedra! Ninguém é imune a situações constrangedoras, mas, quando se trata do campo amoroso, a questão pode ser bem mais embaraçosa. Pensando em esclarecer dúvidas para os que querem evitar esse tipo de situação trage-cômica, a jornalista e consultora de etiqueta Claudia Matarazzo, autora de livros de comportamento, escreveu o livro Amante Elegante - Um Guia de Etiqueta a Dois, que acaba de ser lançado pela editora Melhoramentos.
No livro, a autora traz respostas para os dilemas mais freqüentes dos apaixonados. As dicas são muito úteis, especialmente para os que querem paquerar ou simplesmente agradar a cara-metade com classe e estilo. Com bom humor e linguagem leve, o livro esclarece dúvidas para quem não quer correr o risco de botar tudo a perder com apenas um gesto ou palavra. A autora afirma que não quer dar uma receita pronta, mas acredita que os conselhos podem ajudar a aumentar as chances de os relacionamentos durarem mais.
Os assuntos abordados no livro vão desde as dúvidas com relação a sexo a família, como tratar a sogra e até um detalhe do qual quase ninguém se lembra: o que tirar primeiro: a calça ou a meia? Até mesmo quem está pondo um fim na relação tem espaço garantido no livro, com esclarecimentos do tipo: deve-se ou não devolver os presentes dados pelo ex?
De acordo com o psicoterapeuta Luiz Cuschnir, que escreveu a contracapa do livro, “a obra é um lembrete constante de que investir no relacionamento depende de dedicação diária”. Sem esquecer que hoje já não existe mais tanta rigidez de costumes e da máxima - sempre válida - de que independente de qualquer regra, a dois sempre vale tudo, o livro pode até ser uma forma de diversão.
Aos desavisados, um aviso: o costume de amante à moda antiga de abrir a porta do carro ou puxar a cadeira da amada no restaurante ainda continua valendo. Para as mulheres, não viver se lamentando ou falando de regimes e dietas é uma atitude muito apreciada pelo sexo oposto. Não exigir condições especiais por causa da condição feminina também pega bem.(J.N.)