|
03-10-2001
Diversão na dose certa
Scheila
Azevedo
Do Jornal do Commercio
Imagine acordar numa ilha habitada por monstros e bruxos. Sem lembrar
de quase nada e munido apenas de uma faca. Para ser o protagonista
dessa aventura, tudo o que o jogador precisa é de tempo para
ficar horas na frente do computador. Evil Islands: A Maldição
da Alma Perdida, lançado pela Ubi Soft e distribuído
no Brasil pela Brasoft, promete tirar o sono dos gamemaníacos.
O herói
Zak acorda na Ilha de Gipath, onde encontra uma civilização
que acredita ser ele o mágico enviado para salvar a população
do mal que rodeia a região. O início do jogo acontece
em plena Idade de Pedra. À medida que o jogador vai passando
os estágios, o tempo evolui até atravessar todas as
épocas da humanidade.
Não
basta lutar e matar os inimigos. Para vencer as etapas, é
preciso bolar estratégias de combate. O jogador poderá
contar com a ajuda dos moradores da aldeia para traçar os
planos e conseguir novas armas e também na luta ele
precisará vestir e armar toda a equipe nos combates.
No
total, são 80 missões em três diferentes ilhas
com habitantes, culturas, monstros e climas distintos. O jogo dispõe
do modo multiplayer, para até seis jogadores, em rede ou
pela Internet.
Evil
Islands chama atenção para os detalhes gráficos,
como sombras reproduzindo o movimento dos personagens e das folhas
das árvores balançando ao vento. A visualização
é possível de qualquer ângulo. Com o mouse,
o jogador controla o cenário de cima, de baixo ou de lado.
O jogo é uma combinação de RPG e aventura,
leve e divertida, que une qualidade técnica e boa estratégia.
O game
será sorteado numa promoção com o JC OnLine.
Para concorrer, responda:
Para você, há necessidade de fazer a troca do
monitor para um modelo maior? E por quê?
SERVIÇO
- Configuração mínima:
- Processador 300 MHz
- 64 MB de RAM
- 500 MB de espaço livre no HD
- CD-ROM de 4X
- Placa de vídeo com 8 MB compatível com Direct 3D
- Placa de som compatível com o Windows DirectX 8.0
|