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14-11-2001
Diplomacia é chave do sucesso em Civilization 3
Scheila
Azevedo
Do Jornal do Commercio
A velha
fórmula dos jogos de estratégia, em que o jogador
começa com apenas um colono até conquistar o mundo,
é a essência do game Sid Meiers Civilization
III, lançado e distribuído pela Infogrames. O jogo
segue a seqüência da série: o jogador funda novas
cidades, desenvolve a ciência, conhece novos povos, que podem
ser amigos ou inimigos. No caso de encontrar civilizações
hostis, a decisão a ser tomada é muito importante:
declarar guerra ou usar a boa diplomacia podem marcar para sempre
a história da humanidade.
Apesar
das poucas novidades, os amantes do estilo vão esquecer do
tempo ao embarcar nesse clássico dos jogos de estratégia.
É como brincar de ser Deus. Antes de começar o jogo
você faz a configuração e escolhe as características
do seu povo. Bárbaros e violentos ou calmos, nômades
ou sedentários. Decide também como vão ser
os rivais, variando o nível de dificuldade todos muito
selvagens ou só alguns. Já que a civilização
está sendo criada naquele momento, é possível
escolher em que época o seu Adão vai chegar
ao mundo. Há três, quatro ou cinco bilhões de
anos A.C.
Essas
configurações vão fazer muita diferença
ao longo do jogo. Por exemplo, o clima poder ser árido, normal
ou chuvoso. A temperatura, quente, fria ou temperada. Dessa forma,
as necessidades de moradia e vestimenta de um povo que vive em um
continente frio e chuvoso vão ser diferentes dos habitantes
de um lugar quente. E um bom imperador deve saber as prioridades
dos seus súditos.
É
preciso deixá-los satisfeitos, se não, além
de enfrentar os rivais, a revolução nos nativos será
outra preocupação para o jogador. Para isso, os trabalhadores
devem ser encaminhados para tarefas básicas, como a construção
de estradas, para facilitar o acesso, e minas, para a produção
de especiarias. Os recursos naturais, agora, podem ser negociados
com outros povos. Nesse caso, o uso da diplomacia está mais
presente, é preciso ter jogo de cintura para negociar com
Cleópatra ou Alexandre, o Grande.
O cenário
é basicamente o mesmo dos jogos de conquista. No começo,
é um pedacinho de terra com uma casa e recursos naturais
ao redor. Aos poucos, quando o povo for se expandindo, o mapa vai
se formando. Os gráficos são detalhados, com imagens
e movimentos bem definidos. O som, pelo estilo do jogo, limita-se
a músicas, mas com o cuidado para que cada situação,
de paz ou de guerra, tenha uma sonoplastia equivalente ao momento.
Civilization
III permite ao jogador explorar a Terra e reescrever a história
da humanidade, assumindo o papel dos maiores líderes que
já existiu, ou até mesmo, conquistá-los. Mais
uma opção envolvente para os viciados em jogos de
estratégia.
SORTEIO
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III, participe do sorteio do caderno de Informática do JC.
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