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19-09-2001
Muito tiro e pouco som na versão 2 de Gangster
Scheila
Azevedo
Do Jornal do Commercio
Estratégia e raciocínio lógico são as
ferramentas necessárias para enfrentar os inimigos em Gangster
2: The Mobster Sim, lançado no Brasil pela Greenleaf. Não
bastam armas, carros e capangas. A trama é a seqüência
da anterior e acontece no estado fictício de New Temperance,
durante a Lei Seca dos Estados Unidos.
O jogador
é o gangster Joey Bane, um ex-combatente de guerra que, ao
voltar à terra natal, descobre que o pai fora assassinado
e o tio, ferido por mafiosos. Joey promete vingança e começa
a caçada aos envolvidos no crime. Após matar o mandante,
inicia uma guerra com o principal chefão da Máfia,
Frankie Constatine.
O objetivo
é dominar territórios até conquistar todo New
Temperance. O controle das gangues e a decisão de ataque
podem ser feitos com o mouse na barra do lado esquerdo da tela ou
clicando na cena.
O cenário
parece uma maquete, com pessoas e carros circulando o tempo todo.
O figurino é fiel à época: trajes de cores
fortes e chapéus anos 30. O jogador controla todos os capangas
e os distribui onde há inimigos para enfrentar. Se preferir,
pode utilizar a opção multiplayer de até quatro
pessoas que assumem personagens diferentes. Assim, além de
mais dinâmico, o jogo fica menos previsível. A aventura
em grupo pode ser feita via rede ou pela Internet.
Para
os iniciantes, a guerra é desigual: cinco capangas contra
um ou dois, todos armados de revólveres e metralhadoras.
Com um pouco de paciência, a luta fica divertida. A abertura
tem bons gráficos, mas o som deixa a desejar, já que
se resume a barulho de tiros e suspiros de morte. Muito pouco para
um jogo de ação.
SORTEIO
Para participar do sorteio, responda:
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